Caixa suspende saque emergencial de FGTS para muitas pessoas

Muitos trabalhadores que devem ser beneficiados não completaram o cadastro

A Caixa Econômica Federal suspendeu a liberação do saque emergencial de R$ 1.045 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para um grupo de trabalhadores que já deveria ter tido o dinheiro depositado em contas poupanças sociais digitais. Segundo o banco, os beneficiários estavam com cadastros pessoais incompletos. Mas a instituição não informou o número de cotistas nesta situação.

Alguns trabalhadores devem completar informações como endereço, nome da mãe e data de nascimento, entre outras. A abertura da poupança digital só é possível após a atualização dos dados. O problema é que o banco não avisou sobre os erros no cadastro e não orientou previamente os trabalhadores sobre os procedimentos a serem adotados para a correção das informações.

A abertura de uma conta poupança social digital na Caixa e o crédito do dinheiro deveriam ser automáticos. A instituição financeira havia solicitado somente que pessoas não interessadas em receber o depósito informassem seu desejo ao banco por meio do aplicativo FGTS.

A Caixa, agora, recomenda que os trabalhadores consultem a situação do Saque Emergencial no APP FGTS. Os cotistas podem fazer essa verificação independentemente da data prevista para o depósito, “antecipando eventuais necessidades de atualização cadastral”, segundo o banco. Depois de completar o cadastro, o crédito será reprogramado.

O depósito em conta poupança social digital da Caixa para os nascidos em janeiro, fevereiro e março foi programado para 29 de junho, 6 de julho e 13 de julho, respectivamente. Por enquanto, as pessoas que receberam podem usar o crédito do FGTS apenas para pagamento de boletos e compras, utilizando o app Caixa Tem (disponível para celulares com sistemas Android e iOS).

Os saques e as transferências serão autorizados somente a partir do dia 25 de julho e também vão obedecer a um calendário que se estenderá até o dia 14 de novembro, dependendo da data de nascimento do trabalhador

FONTE: extra.globo.com

Governo não deixa usuarios do Whatsapp transferirem dinheiro por mensagem

Transações financeiras deveria iniciar ainda este ano

BRASÍLIA (Reuters) – Permitir que milhões de usuários do WhatsApp enviem dinheiro tão facilmente quanto mensagens de texto parecia uma oportunidade de ouro no Brasil para o Facebook, dono do aplicativo e maior empresa de mídias sociais do mundo. O Facebook estava finalmente entrando na lucrativa arena de serviços financeiros com um serviço de pagamentos na maior economia da América Latina.

O lançamento em junho, planejado há anos, deveria ser o piloto de uma possível iniciativa global. Mas oito dias após a operação ter começado, o Banco Central a tirou da tomada.

O WhatsApp afirmou que usou sistemas de pagamentos existentes da Visa e da Mastercard, que são reguladas no Brasil. No entanto, o presidente do BC, Campos Neto, pontuou que um serviço de transferência de dinheiro via cartões fornecido por uma grande empresa de tecnologia nunca existiu no Brasil, e que o BC ainda não havia decidido se o WhatsApp precisava de uma licença. “Vale lembrar que big tech não está em pagamentos em grande parte do mundo”, disse ele à Reuters em 8 de julho. “Então a gente ainda está numa fase de adaptação regulatória em relação ao que vai vir.”

Não é a primeira vez que o Facebook parece ter interpretado mal os meandros da regulação enquanto busca entrar no mundo financeiro, riquíssimo em dados. Há um ano, a empresa divulgou planos para a criptomoeda Libra, mas foi confrontada com a contundente reação dos bancos centrais. No caso do Brasil, a oportunidade é grande, com um mercado de pagamentos via cartões crescente que registrou 1,8 trilhão de reais em transações no ano passado.

Nos estágios iniciais de seu serviço, o WhatsApp também buscou fazer uso de uma regulamentação de pagamentos que permitia às empresas iniciar serviços sem licença até atingirem 500 milhões de reais ou 25 milhões de transações em um período de 12 meses, segundo fonte próxima à companhia. Isso, novamente, estava dentro das regras.

No entanto, o dispositivo, segundo Campos Neto, foi construído para incentivar pequenas empresas a entrar no mercado, em oposição a uma grande companhia de tecnologia como o WhatsApp, com 120 milhões de usuários brasileiros.

WhatsApp já disse que está aberto a integrar seu serviço ao Pix, o que pode ser uma maneira de ajudar a quebrar o impasse, mas mantém seus planos de lançar os serviços com Visa e Mastercard. Entretanto, o futuro permanece incerto.

Empresario desaparece e carro é encontrado boiando em barragem

Local exato onde o carro foi encontrado

O carro que pertence ao empresário Manoel Braz Nunes Dias, de 56 anos, desaparecido desde a última sexta-feira, 10 de julho, foi encontrado, submerso, na Barragem Vereda da Cruz, em Curimatá, no sul do Piauí, nesta terça-feira (14). Segundo testemunhas, o corpo do empresário estava dentro do veículo. A família,  acompanha o trabalho do Corpo de Bombeiros.

De acordo com reportagem do Portal Corrente, a caminhonete Hilux SW4 foi encontrada por voluntários, que participam das buscas na barragem desde ontem, quando surgiu suspeita de que o carro estivesse no local.

O filho do empresário, Mateus Dias, chegou a fazer um pedido de ajuda nas redes sociais. Desde então, a polícia  procurou por possíveis pistas que levassem ao paradeiro de Manoel. Com o veículo encontrado, uma força-tarefa foi iniciada na região.

O Comandante da 2ª Companhia de Polícia Militar, que auxilia os bombeiros no resgate, ressaltou que a grande concentração de populares no local tem dificultado os trabalhos e que a polícia está tendo trabalho para controlar a situação. “Sabemos que as pessoas querem ajudar, mas essa barragem é muito profunda, chega a ter 5 ou 6 metros nos locais mais fundos, e outra tragédia pode acontecer. Pedimos que as pessoas tenham bom senso e evitem ir até o local até que o resgate seja finalizado”, pontuou. As causas da morte só serão divulgadas após a perícia ser feita.

Famosa das redes sociais morre de câncer em Curitiba

Jovem Stephany ficou famosa nas redes sociais

A curitibana Stephany Rosa da Silva, que ficou famosa na internet em 2012 como a “bêbada de Curitiba“, morreu na segunda-feira (13). Segundo jornais locais, a jovem de 30 anos lutava contra um câncer desde 2018. Recentemente Stephany Rosa havia feito uma vaquinha virtual para custear parte de um tratamento alternativo contra a doença, que, segundo ela, seria menos doloroso. A vaquinha organizada para bancar seu tratamento tinha como meta juntar R$ 20 mil para um tratamento experimental no exterior, mas ela conseguiu R$ 121.748,71. As informações são do Correio 24 Horas.

A confirmação da morte foi feita através de uma postagem da mãe dela, Nil Silva, nas redes sociais.

O velório será no cemitério Santa Cândida, em Curitiba. O sepultamento está previsto para às 11h desta terça-feira (14).

Em seu perfil no Facebook, amigos deixaram mensagens de condolências. “Sté que Deus te receba de braços abertos guerreira. Depois de anos lutando contra essa doença maldita, você ganhou o descanso. Saiba que você era muita amada por todos. Meus sentimentos aos familiares e amigos”, disse a internauta Andressa Lima.

“Que Deus te receba minha amiga! Não tô acreditando que essa doença te levou. Você descansou e viverá em nossos corações para sempre! Meus sentimentos a família e ao seu filho”, lamentou Mariana Gurgel.

Stephany era consultora de vendas da Mary Kay. Ela tinha câncer de ovário, descoberto já há dois anos. “É um câncer de ovário com características de câncer de intestino, mas só pela posição em que o tumor estava”, relatou ela em um vídeo publicado no perfil dela no YouTube. Ela ficou internada no Hospital Marcelino Champagnat.

Viralizou nas redes sociais

Em 2012, Stephany ficou famosa depois de ser detida dirigindo com sinais de embriaguez. Na ocasião, ela deu uma entrevista para a Rede Massa, que viralizou. Até hoje existem memes e figurinhas de Stephany Rosa.

Conheça os segredos da separação de uma das maiores bandas do Brasil

Última formação da Banda Kid Abelha que se separou em 2016

Uma das mais famosas bandas do pop brasileiro, com vários clássicos na carreira e mais de nove milhões de discos vendidos, o Kid Abelha chegou ao fim em 2016. Muitos fãs ainda se perguntam por que uma história de tanto sucesso foi interrompida. Uma live que reuniu três bateristas do grupo, Cláudio Infante, Kadu Menezes e Adal Fonseca, revelou bastidores sobre os mais de 30 anos do Kid, dando até uma nova versão de uma famosa briga envolvendo seus integrantes.

Musa e estrela da música brasileira, Paula Toller acabou virando a personagem principal da conversa. “Quem mais perdeu com o fim foram o Bruno (Fortunato) e o George (Israel) porque a Paula cotinua fazendo shows cantando as músicas do Kid Abelha”, opinou o músico Aquiles Priester, que intermediava a conversa no canal TV Maldita, no YouTube, para logo depois questionar: “Mas por que acabou?”. Kadu Menezes, baterista durante 16 anos da banda, foi quem resolveu dar sua versão.

“É aquela velha história do empresário. Tem empresário que visualiza no seu artista a possibilidade de ele ser uma coisa maior do que ele é. Vou ser sincero. Não adianta falar para Paula que ela vai ser a diva da música brasileira. Ela é maravilhosa, é uma supercantora, tem muitos méritos. Mas não adianta… Gal Costa, Maria Bethânia, Marisa Monte são divas por natureza. A Paula começou no pop rock. E algum empresário que entrou começou com essa história de querer separar a banda. Quando eu entrei, em 1991, todo mundo andava na mesma van, todo mundo tomava café da manhã junto no hotel. Tempos depois, começaram a separar os músicos do restante do Kid, separar os músicos da equipe técnica. No próprio Kid, começaram a separar a Paula. Ela tinha o carro dela sozinho. Começaram até separar os hotéis também”, citou Kadu, que ainda completou:

“O determinante para o fim foi essa história: a Paula vai ser diva, o Kid vai ser os outros dois caras e a banda vai ser a banda, cada um no seu patamar. Tenho certeza que começou a degringolar por aí. Essa separação foi determinante”.

Primeira formação do Kid Abelha, com o baixista Leoni

Outro bastidor que veio à tona se refere à famosa briga que determinou a saída de Leoni do grupo, já estourado no país inteiro na época. Até hoje a versão mais conhecida é que ele resolveu deixar os companheiros ao não ser chamado para o palco por Leo Jaime num festival de música, que acontecia no Estádio de Remo da Lagoa. O Kid Abelha faria uma participação no show do amigo na hora da música “A fórmula do amor”.

“Eu presenciei, cheguei alguns minutos depois da famosa pandeirada. Cheguei no burburinho da confusão. As meninas estavam berrando. A Paula e a namorada do Leoni naquele momento. Tinha acabado de acontecer. A Paula tinha um pandeiro que ela usava nos shows. Na hora da confusão, ela jogou. Era para acertar em não sei quem e acabou acertando o Leoni. Virou uma história do rock. O Kid ia tocar com o Leo Jaime a música que estava estourada. Quando Leoni não entrou com os outros, a ficha caiu de que a confusão tinha dado m. No palco mesmo já falavam que ele tinha saído”, contou Kadu Menezes.

Claudio Infante, baterista oficial do Kid na ocasião, não testemunhou a confusão. Ele deixou o local antes de a banda dividir o palco com Leo Jaime. “Depois do show todo mundo ia jantar junto. Fui na frente para segurar a mesa, mas ninguém apareceu. No dia seguinte, vi a foto do Leoni no jornal com o machucado na cabeça”.

Fonte: https://extra.globo.com