Paulo Guedes chama ministro astronauta de “burro”

Paulo Guedes usou o termo “astronauta” para chamar Marcos Pontes de “burro” 

Reportagem da Folha de S.Paulo, desta quarta-feira, 27, publica conversa vazada de uma reunião, na qual o Ministro Paulo Guedes vira sua metralhadora verbal contra o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, que recentemente sofreu um corte significativo no orçamento do ministério. Ao avaliar para os presentes que ‘não falta dinheiro ao governo’, mas gestão, Guedes, conforme a Folha de S.Paulo , elege Pontes como exemplo, adjetivando o colega de “”burro”.

O desabafo do ministro aconteceu em reunião privada, contudo, com vários interlocutores, não só da equipe ministerial, mas ainda da base governista no Congresso Nacional.

Depois de admitir o furo no teto dos gastos, contrariando afirmação do presidente Jair Bolsonaro, para conseguir recursos e bancar o Renda Brasil, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anda na corda bamba, mas abrindo a chamada ”caixa de ferramenta” contra, ao que parece, adversários de sua política econômica.

Além da citação nada elogiosa,  Guedes generalizou, chamando os colegas do próprio governo de incompetentes, e disse que “às vezes eu mesmo me pergunto o que estou fazendo aqui.”
O desabafo ocorreu durante encontro com integrantes da comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, que brigam para ter de volta R$ 600 milhões de recursos retirados do ministério da área. No local estavam deputados da base e de oposição.

Conversa vazada

De acordo com o áudio vazado da reunião, Guedes citou diversas vezes Pontes, sem nomear o ministro, porém chamando-o de astronauta.
Guedes criticou a reclamação sobre o corte nos valores da pasta, dizendo que cerca de 50% da execução orçamentária até agora não foi feita. O ministro reclamou das prioridades do ministério e afirmou que sempre defendeu o investimento em ciência, mas que o dinheiro foi parar em ‘foguetes’. Nesse momento, usou a palavra “burro” para classificar o gestor.
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“Estagiário Ostentação” é investigado por aplicar golpe com cartão do CREA

Além de viagens turísticas, o suspeito teria gasto dinheiro com bebidas caras

Um jovem de 23 anos é alvo de investigação da Polícia Civil do Distrito Federal por suspeita de usar dados de um cartão de crédito do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-DF) para pagar compras pela internet, viagem, noitadas, bebidas caras, delivery de comida e sua mensalidade na academia. De acordo com reportagem do Estado de Minas, Lucas Pereira de Figueiredo atuava como estagiário na área de tecnologia da informação e teria copiado o número, a data de validade, o nome completo e o código de segurança.

A investigação foi realizada pela 5ª DP (Área Central). O jovem teria se aproveitado do fato de ter trânsito livre em vários setores do Crea para ter acesso aos dados. Lucas cursa o 3º semestre de análise e desenvolvimento e trabalhou no conselho de 23 de novembro de 2020 a agosto deste ano. De acordo com a Polícia Civil, ele teria furtado também tíquetes de vale-transporte de faxineiras.

Informações apuradas pelos investigadores são de que o jovem chegou a gastar R$ 332 em uma garrafa de uísque e que teria viajado para o Rio de Janeiro — fotos dele em pontos turísticos cariocas foram postadas em seu perfil numa rede social. Com isso, Lucas ficou conhecido pelo apelido de “estagiário ostentação”.

O suspeito também teria bancado, com o cartão do Crea, passeios de bicicleta e o financiamento da criação do próprio site. À polícia, Lucas confessou ter furtado seis notebooks do conselho. Os equipamentos teriam sido vendidos em “feiras do rolo” realizadas em Ceilândia e Taguatinga. O dinheiro teria sido usado em compras de roupas de grifes e viagens.

O que diz o Crea-DF

Após a notícia sobre a investigação se tornar pública, o Crea divulgou uma nota afirmando que “tomou todas as providências necessárias para solucionar o caso, sendo de sua autoria o pedido de abertura de ocorrência policial”:

“Em razão das notícias veiculadas por diversos meios de comunicação sobre os fatos ocorridos no Crea-DF, vinculados a atuação de ex-estagiário do Conselho, esclarecemos que:

1. Quanto ao uso indevido de cartão do Conselho, o Crea-DF não tem cartão corporativo, mas sim um cartão de pagamento (débito/crédito) de pequenas despesas e pequenos valores, mediante suprimento de fundos, para o pronto atendimento de despesas pontuais. Um destes cartões foi utilizado em compras indevidas na internet e o valor foi restituído tão logo a comunicação do Crea-DF ao Banco.

2. Infelizmente, estamos sujeitos a este tipo de comportamento e subtração. Entretanto, assim que foi identificada a ocorrência de fatos atípicos, imediatamente, foi instaurado processo administrativo interno para a apuração das ocorrências, com uma comissão de sindicância e o seu resultado foi levado a conhecimento da polícia para averiguação. O Crea-DF tomou todas as providências necessárias para solucionar o caso, sendo de sua autoria o pedido de abertura de ocorrência policial.

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Stênio Kawasaky, Cesinha do Egito e Furacão 2.000 vai ser imperdível

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A Festa Night People Forever 30 anos, será apresentada ao público da noite ludovicense pelos gigantes do rádio Stênio Kawasaky e Cesinha do Egito, o evento que traz clássicos do Balanço dos anos 80,  promete ficar marcado na história dos grandes eventos do Maranhão. Será uma noite gigante. Atração principal Furacão 2000, pela segunda vez em São Luís, com Rômulo Costa, Priscila Nocetty e o DJ Grandmaster Rafael.

Depois de reunir multidões nas principais cidades do Brasil, agora chegou a vez de balançar a ilha do amor. Será dia 4 de dezembro na Tom Music, no Turu, a partir das 9h da noite. Marque aí na sua agenda, porque voce não pode perder essa grande noite, que promete balançar a ilha.

Arrepiando os pelinhos do carpete

Stênio e Cesinha são figuras conhecidas da cena musical na Ilha. Os dois dominaram a audiência do rádio maranhense nas décadas de 1980 e 1990. Kawasaky eternizou no imaginário de seus ouvintes as famosas lentinhas e cunhou um bordão que até hoje é lembrado: “Arrepiando os pelinhos do carpete”. Cesinha, por sdua vez, comandava programas dançantes nas ondas das rádios da capital. E deixava os jovens atualizados com os “balanços” da época. A festa será uma forma de matar a saudade e para os mais novos, um momento para conhecer estas duas lendas do rádio maranhense.

com informações do blogdoalvaroluiz.com

Um caminhão de dinheiro será o prêmio de Flamengo e Palmeiras

Flamengo e Palmeiras, já garantidos na final da Libertadores, somam juntos cerca de R$ 147 milhões em premiações pela campanha na competição sul-americana. Essas cifras serão ainda mais altas para quem conseguir levantar a taça no dia 27 de novembro, no Estádio Centenário, no Uruguai. Veja quanto cada time faturou até agora:

Após vencer novamente o Barcelona de Guayaquil na noite de quarta-feira, desta vez fora de casa, o Flamengo se garantiu na decisão e ganhou uma premiação de R$ 32 milhões. Já o Palmeiras garantiu a mesma quantia após eliminar o Atlético-MG na última terça. Com a passagem por cinco fases da competição, cada clube recebeu até agora R$ 72 milhões.

  • Fase de grupos da Libertadores: US$ 3 milhões (R$ 15,9 milhões)
  • Oitavas de final da Libertadores: US$ 1,05 milhão (R$ 5,5 milhões)
  • Quartas de final da Libertadores: US$ 1,5 milhão (R$ 7,9 milhões)
  • Semifinal da Libertadores: US$ 2 milhões (R$ 10,6 milhões)
  • Final da Libertadores: US$ 6 milhões (R$ 32,4 milhões)
  • Total: R$ 72,3 milhões

O acréscimo de R$ 32 milhões é garantido ao vice-campeoão, mas a Conmebol pagará US$ 15 milhões (R$ 80 milhões) para quem levar o título da Libertadores de 2021, o que renderá ao clube campeão uma quantia aproximada de R$ 117 milhões, considerando todas as fases.

Quanto ganhou Suzane Von Richthofen pelo filme do crime ?

Irmãos Cravinhos e Suzane ao serem presos pelo crime

Os filmes “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, obras cinematográficas que retratam os crimes notórios de Suzane Von Richthofen e dos irmãos Cravinhos, estrearam na última sexta-feira, 24, e levantaram diversas dúvidas nas redes sociais.

Além das insinuações de que os longas romantizavam os assassinatos, houve quem suspeitasse que Richthofen receberia da Amazon, gigante do varejo e do entretenimento, uma bolada em direitos pela história.

Ela e os Cravinhos recebem R$ 0 (zero) pelos filmes, e existe um motivo para isso. O crime, ocorrido no Halloween de 2002, foi bem documentado na época pela imprensa e pela polícia. O julgamento e a investigação do caso são públicos.

Uma obra inspirada nos autos de um processo que não está em segredo de justiça não precisa pagar royalties aos envolvidos.

Somado a isso, nenhum dos condenados participou dos filmes, portanto também não recebem salário ou qualquer outro tipo de bonificação financeira.

Pelo contrário, Richthofen, que cumpre a pena em regime semiaberto, tentou impedir judicialmente que os filmes fossem lançados.

“A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” saíram do papel com investimento privado, sem recursos do governo.

Em tempo: os longas, dirigidos por Mauricio Eça, foram produzidos pela Santa Rita, Galeria Distribuidora e Grupo Telefilms. A transmissão internacional é feita pela Amazon Prime Video.