A meritocracia de Roberto Justus parou em Vorcaro

Polícia Federal revela ligações de Roberto Justus e Daniel Vorcaro

Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro revelam os bastidores da relação entre o ex-controlador do Banco Master e Roberto Justus. Nos diálogos, o empresário e apresentador aparece repetidamente tentando obter respostas e reuniões com Vorcaro para resolver um investimento na SteelCorp, empresa de construção modular comandada por Justus.

Em determinado momento, ele afirma que precisava discutir a “sobrevivência” da companhia e admite que poderia ter de recorrer à recuperação judicial caso o impasse financeiro não fosse solucionado.

As conversas chamaram atenção também pelo contraste com a imagem pública cultivada por Justus ao longo de décadas. Conhecido pelo discurso empresarial centrado em mérito, empreendedorismo, desempenho individual e sucesso nos negócios, o apresentador aparece nas mensagens em uma posição pouco habitual: cobrando insistentemente outro empresário, relatando dificuldades de caixa e dizendo que a própria continuidade da SteelCorp poderia ser colocada em risco caso a negociação não avançasse.

Não há, nas mensagens divulgadas, indicação de crime cometido por Justus na operação. O próprio empresário sustenta que a negociação foi regular, que rompeu posteriormente a relação com Vorcaro e que recomprou o investimento utilizando recursos próprios.

A MERITOCRÁCIA DE JUSTUS

2020 — entrevista sobre seus negócios: Justus declarou de forma bastante direta: “Sou a favor da meritocracia.” Na mesma entrevista, explicou que funcionários que apresentam bom desempenho são valorizados e que os resultados devem ser compartilhados

2026 — Irmãos Dias Podcast: Justus explicou diretamente o que entende por meritocracia nos negócios: “dividir o resultado com quem produz o resultado”. Ele também relacionou isso ao formato de O Aprendiz, em que quem tinha melhor desempenho era recompensado e quem ia mal era penalizado.

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ENTENDA: diagnóstico precoce e Deficiência Intelectual Múltipla

Diagnóstico precoce é a chave para a autonomia na Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Há dois anos, a rotina de Débora Silva ganhou um novo endereço, a clínica de atendimento TEA da Hapvida, localizada na Areinha, em São Luís. Foi lá que seu filho, Antônio Manoel Silva, hoje com 5 anos, passou a receber o tratamento e estímulos necessários para desbravar o mundo à sua própria maneira.

Recentemente, a caminhada da família enfrentou um novo desafio, o diagnóstico de câncer de Débora, o que a afastou temporariamente de algumas atividades. Agora, em pleno processo de retomada, um dos momentos mais felizes de sua rotina é conseguir voltar a levar o pequeno Antônio para o lugar onde ele tanto gosta de estar.

A história de Antônio traduz perfeitamente o significado da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que entre os dias 21 e 28 de agosto busca conscientizar a sociedade sobre as necessidades específicas desse grupo, combater o preconceito e o capacitismo, e promover a inclusão social plena. Para a terapeuta ocupacional da Hapvida, em São Luís, Lucyanne Regina Luz da Silva Seixas, a semana serve de alerta para a importância do diagnóstico precoce que pode transformar o desenvolvimento de crianças.

“Identificar os sinais de alerta na primeira infância, como atrasos na fala, dificuldades na interação social e barreiras no desenvolvimento motor e iniciar as terapias adequadas o quanto antes é o segredo para abrir portas rumo à autonomia e à qualidade de vida”, explica a terapeuta.

Para Débora, ver o filho cruzar as portas da clínica é a certeza de que todo esforço vale a pena. Mesmo enfrentando o desgaste do tratamento oncológico, o sorriso do filho ao reencontrar a equipe de professionais que cuida renova suas energias.

“Passar pelo tratamento do câncer não tem sido fácil, mas ver a alegria do Antônio ao voltar para a clínica me dá uma força que eu nem sabia que tinha. Ele ama estar aqui e, nesses dois anos de tratamento, a evolução dele é nítida. O diagnóstico precoce mudou as nossas vidas, garantiu que o meu filho recebesse o estímulo certo na hora certa. Estar aqui hoje, trazendo-o pela mão, é celebrar a vida dele e a minha vitória também”, conta emocionada.

A força da equipe multiprofissional

O sucesso do desenvolvimento de Antônio é fruto de um trabalho integrado de uma equipe que une ciência e sensibilidade. Cada especialidade atua para garantir ganhos reais na rotina da criança. A autonomia para realizar atividades cotidianas, como brincar e se vestir, passa diretamente pelas mãos da terapia ocupacional, que trabalha a integração sensorial e a coordenação.

“O papel da Terapia Ocupacional é estruturar o mundo para que a criança com TEA consiga interagir com ele da forma mais funcional possível. Quando intervimos cedo, conseguimos moldar respostas sensoriais e motoras que vão garantir a independência dessa criança no futuro. Ver o Antônio progredir e a felicidade da Débora ao acompanhar esse processo nos mostra que a terapia vai muito além do consultório, ela reconecta a família”, diz a terapeuta ocupacional, Lucyanne Seixas, da Hapvida.

Na comunicação, a fonoaudiologia assume o papel de expandir as barreiras da linguagem, permitindo que a criança expresse seus sentimentos e compreenda o ambiente ao seu redor. De acordo com a fonoaudióloga, da Hapvida, Jacqueline Girão, a comunicação é a base de qualquer interação social.

“Na fonoaudiologia, trabalhamos desde a fala funcional até a expressão não-verbal, respeitando o tempo de cada criança. O diagnóstico precoce é fundamental porque o cérebro na primeira infância tem uma plasticidade incrível. O Antônio desenvolveu ferramentas lindas para se comunicar nesses dois anos, e a presença ativa da família, mesmo diante de tantos desafios, é o que potencializa esse resultado”, reforça.

O desenvolvimento motor e o equilíbrio, fundamentais para que a criança explore o espaço com segurança e confiança, completam o ciclo de cuidados através da fisioterapia. O fisioterapeuta Thiago da Rocha Santos diz que muitas pessoas não sabem, mas o TEA também pode trazer desafios na coordenação motora, no equilíbrio e no tônus muscular.

“Na fisioterapia, usamos o lúdico para que a criança ganhe consciência corporal, força e agilidade. O Antônio é um guerreiro e adora os desafios físicos que propomos. Garantir que ele se movimente com autonomia é dar a ele a liberdade de interagir plenamente com o mundo”, completa o fisioterapeuta da Hapvida.

Um chamado à conscientização

A Semana Nacional lembra que os sinais de atraso no desenvolvimento não devem ser negligenciados. Consultar um neuropediatra e buscar apoio multiprofissional diante dos primeiros sinais é um ato de amor e responsabilidade. Clínicas especializadas, como a da Hapvida em São Luís, mostram que o acompanhamento contínuo e precoce não remove apenas barreiras clínicas, ele acolhe mães como Débora e transforma o futuro de crianças como Antônio.

Sobre a Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

Assédio eleitoral nas relações de trabalho pode dar cadeia

interferir na liberdade do eleitor de escolher o candidato pode configurar crime

Com a chegada do período eleitoral, a Justiça do Trabalho chama a atenção para uma prática que busca interferir na liberdade do eleitor em escolher seu candidato e no exercício do voto livre e secreto: o assédio eleitoral nas relações de trabalho. Em muitas situações, patrões ou pessoas em posição de poder agem para induzir o trabalhador a votar em determinado político, às vezes com promessas de benefícios ou mesmo com ameaças à continuidade do emprego.

A prática é proibida e pode gerar consequências nas esferas trabalhista, eleitoral e, conforme o caso, criminal.

O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político.

Essas situações podem dar origem a ações trabalhistas na Justiça do Trabalho, especialmente em casos de ameaça, constrangimento, discriminação ou abuso do poder diretivo do empregador, com possibilidade de responsabilização e indenização pelos danos causados.

Esse foi o caso de uma indústria de embalagens de Rio Verde (GO), condenada por coação política no ambiente de trabalho durante o segundo turno das eleições de 2022.

No curso do processo ficou constatado que a empresa promoveu reuniões para pressionar empregados a apoiarem determinado candidato nas eleições de 2022. Segundo depoimentos de testemunhas, os trabalhadores foram informados de que receberiam folga caso o candidato apoiado pela empresa vencesse o pleito.

Nesse caso, a Justiça do Trabalho condenou a empresa a indenizar por danos morais cada trabalhador ativo no período da campanha eleitoral no valor de R$1.000,00.

Em outro caso, uma empresa de coaching de Vitória (ES) foi condenada a indenizar uma vendedora por assédio eleitoral em 2022. A ação demonstrou que os empregados eram pressionados a manifestar seu voto no candidato apoiado pela empresa.

A empresa fazia pressão psicológica para que os empregados se posicionassem publicamente em favor do então presidente da República, que concorria à reeleição. A gestora fazia interferia para que os empregados revelassem o voto, deixando  clara  a possibilidade  de demissão de quem não adotasse a mesma linha.

Como a vendedora decidiu não revelar suas posições políticas, foi dispensada às vésperas do segundo turno, com mais três colegas de trabalho.

Na ação, ela demonstrou que a demissão foi motivada por não ter manifestado apoio ao candidato da empresa. Para tanto, juntou ao processo áudios e mensagens em aplicativos. As testemunhas ouvidas confirmaram que a empresa apoiava o candidato e induzia os empregados a fazê-lo. A indenização foi fixada pela Justiça do Trabalho em R$ 8 mil.

Como identificar o assédio eleitoral

Vale destacar que nem toda conversa sobre política configura assédio eleitoral. O problema ocorre quando há pressão, intimidação ou qualquer forma de constrangimento em razão da relação de trabalho.

São exemplos de assédio eleitoral:

• ameaçar demitir, transferir ou prejudicar empregados caso não votem em determinado candidato;

• prometer aumento salarial, promoção, bônus ou qualquer benefício em troca de voto;

• obrigar trabalhadores a participar de atos, reuniões, passeatas ou campanhas políticas;

• exigir a divulgação de candidatos nas redes sociais pessoais dos empregados;

• constranger trabalhadores a revelar em quem pretendem votar;

• humilhar, perseguir ou discriminar empregados por suas opiniões políticas.

Também configura assédio eleitoral qualquer tentativa de utilizar a relação de emprego para influenciar a liberdade de escolha do trabalhador durante o período eleitoral.

Como denunciar

Quem sofrer ou presenciar uma situação de assédio eleitoral deve, sempre que possível, guardar provas, como mensagens, e-mails, áudios, vídeos, fotografias ou a identificação de testemunhas. Esses elementos podem contribuir para a apuração dos fatos.

A denúncia pode ser apresentada ao Tribunal Superior do Trabalho, ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT). O denunciante pode solicitar o sigilo de sua identidade.

O CSJT disponibilizou uma página na internet onde o eleitor pode tirar dúvidas sobre o que é assédio eleitoral, conhecer exemplos dessa prática e saber quais as penalidades.

O que pode acontecer com o (a) empregador (a) que praticar assédio eleitoral?

O empregador que praticar assédio eleitoral no trabalho pode enfrentar sérias consequências, como multa; rescisão indireta do contrato de trabalho – nesse caso, o trabalhador pode pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho, podendo sair do emprego e receber direitos como se tivesse sido demitido sem justa causa; indenização por danos morais para o trabalhador; e sanções penais, que pode chegar até a prisão, dependendo da gravidade da situação.

É bom destacar que o empregador pode evitar esse tipo de problema, bastando apenas respeitar a escolha política de cada trabalhador e não usar o ambiente de trabalho para influenciar votos. É importante promover um ambiente justo e livre de pressões.

O uso de telas e o enfraquecimento do cérebro

Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) alerta que o uso intenso de múltiplas telas e estímulos digitais pode reduzir gradualmente capacidades cognitivas essenciais_

Notificações a todo momento, vídeos de poucos segundos, alternância constante entre aplicativos e excesso de informações. O cérebro humano nunca recebeu tantos estímulos como atualmente. No Dia Mundial do Cérebro, celebrado em 22 de julho, especialistas chamam a atenção para os impactos desse comportamento na atenção, na memória e na capacidade de concentração.

O neurologista Marcone Moreno, da Hapvida, explica que o problema não é a tecnologia em si, mas o uso contínuo e sem pausas. “A exposição constante a estímulos digitais ativa mecanismos ligados ao sistema de recompensa cerebral. O cérebro funciona como qualquer outro órgão: ele se adapta ao ambiente em que vive.”

Uma pesquisa divulgada no Jornal da USP em julho de 2026, mostra que o consumo excessivo de telas e conteúdos rápidos está associado à redução da capacidade de manter a atenção por períodos prolongados, além de pior qualidade do sono, fadiga mental e prejuízo no desempenho cognitivo, especialmente quando o uso acontece à noite.

O levantamento destaca ainda que esse comportamento está relacionado à tecnoadicção, termo utilizado para descrever a dependência comportamental provocada pelo uso excessivo de meios tecnológicos. Redes sociais, plataformas digitais e ferramentas baseadas em inteligência artificial contribuem para manter a pessoa conectada por períodos cada vez maiores.

*Como a hiperestimulação tecnológica afeta o cérebro*

“Quando passamos o dia alternando entre notificações, vídeos curtos e diferentes aplicativos, treinamos o cérebro para buscar novidades o tempo todo. Isso pode dificultar tarefas que exigem concentração prolongada, como estudar, ler um livro ou realizar atividades complexas”, pontua o especialista.

O neurologista destaca também a importância de noites bem dormidas. “É durante o sono que o cérebro organiza informações, fortalece memórias e realiza processos fundamentais para seu funcionamento. Quando a pessoa dorme pouco ou utiliza telas até o momento de dormir, essa recuperação pode ser prejudicada.”

A recomendação não é abandonar a tecnologia, mas estabelecer limites.

“Pequenas mudanças fazem diferença. Reservar momentos do dia sem celular, evitar telas pelo menos uma hora antes de dormir, praticar atividades físicas e dedicar tempo à leitura ou a conversas presenciais ajudam o cérebro a recuperar sua capacidade de foco”, conclui.

*Sobre a Hapvida*
Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

*Sugestão de pauta*

*Dia Mundial do Cérebro: neurologista alerta para os impactos do excesso de estímulos digitais*

No Dia Mundial do Cérebro, celebrado em 22 de julho, o neurologista Marcone Moreno alerta para os impactos do uso excessivo de telas, notificações e conteúdos rápidos na atenção, na memória e na capacidade de concentração. O médico explica como a hiperestimulação tecnológica pode afetar o funcionamento do cérebro, a importância do sono para a saúde cerebral e quais hábitos ajudam a preservar o foco e a qualidade de vida.

*Material disponível: sonora gravada com o neurologista Dr. Marcone Moreno, em alta resolução, além de imagens de apoio, para facilitar a produção dos veículos de comunicação.”

*Natália Macedo*

*Assessoria de Imprensa Hapvida Maranhão*
98 98495 4747

Julho Amarelo e o alerta no diagnóstico precoce das hepatites virais

A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu recentemente, em seu Relatório Global de Hepatite 2026, que o Brasil está entre os países que vêm registrando avanços importantes no combate às hepatites virais. Apesar da evolução, especialistas alertam que o diagnóstico precoce e a ampliação das ações de prevenção seguem entre os principais desafios para o controle da doença.

A conscientização sobre o tema ganha destaque no Julho Amarelo, campanha que reforça a importância das ações de vigilância, prevenção e controle da doença. O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho.

“A OMS estima que as hepatites virais sejam responsáveis por cerca de 1,3 milhão de mortes por ano em todo o mundo, principalmente por cirrose e câncer de fígado associados às hepatites B e C. Apesar dos avanços em vacinação, diagnóstico e tratamento, muitas pessoas ainda desconhecem que estão infectadas, o que dificulta a identificação precoce dos casos e a interrupção da cadeia de transmissão”, explica a gastroenterologista e hepatologista Renata Zatta, da Hapvida.

“No Brasil, houve ampliação do acesso aos testes diagnósticos, melhora da cobertura vacinal e incorporação de tratamentos altamente eficazes, especialmente para hepatite C. Ainda assim, o país enfrenta desafios importantes relacionados ao diagnóstico precoce, à ampliação da vacinação e ao acompanhamento dos pacientes já diagnosticados”, continua.

Silenciosa e subestimada

Um dos maiores desafios no combate às hepatites é justamente o fato de que a doença raramente dá sinais claros. A maioria das pessoas infectadas não apresenta sintomas ou tem apenas manifestações como cansaço excessivo, mal-estar, náuseas, perda de apetite e desconforto abdominal.

A icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos, pode surgir em casos agudos. Nas formas crônicas, porém, a doença pode permanecer assintomática por anos, enquanto o fígado sofre danos progressivos.

“O grande desafio ainda é identificar precocemente, porque muitas vezes a doença evolui de forma silenciosa. Quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, maiores as chances de evitar complicações graves como cirrose, câncer de fígado e necessidade de transplante hepático”, finaliza Zatta.

Entenda os tipos de hepatite

A hepatite engloba um grupo de doenças causadas por diferentes vírus. Existem cinco tipos principais: A, B, C, D e E. Todos têm em comum o fato de afetarem o fígado, mas variam bastante em relação à forma de transmissão, gravidade e possibilidade de a doença se tornar crônica.

As hepatites A e E são transmitidas principalmente por água e alimentos contaminados e, em geral, causam doença aguda sem evoluir para a forma crônica.

As hepatites B, C e D têm transmissão predominantemente sanguínea e sexual, e são as que mais preocupam do ponto de vista de saúde pública, porque podem se instalar silenciosamente e evoluir para cirrose e câncer de fígado ao longo de anos.

Dicas de prevenção

– Vacinação contra as hepatites A e B, disponível pelo SUS;
– Usar preservativos nas relações sexuais;
– Evitar o compartilhamento de objetos que possam ter contato com sangue;
– Procedimentos estéticos, como tatuagens, piercings e manicure, devem ser realizados com materiais descartáveis ou adequadamente esterilizados;
– Medidas de higiene e saneamento são fundamentais para prevenir as hepatites A e E.

Sobre a Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 75 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 84 hospitais, 75 prontos atendimentos, 367 clínicas médicas e 313 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.
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Natália Macedo
Assessoria de Imprensa – Hapvida Maranhão
(98) 984954747