OLIMPÍADAS: Atleta quebra dois dentes durante treino

Harry Coppell quebra dois dentes em acidente no salto com vara

O atleta britânico do salto com vara Harry Coppell precisou de auxílio inesperado: um dentista. Ele sofreu um acidente na quinta-feira (22) ao treinar para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Após completar o salto e cair no colchão de segurança, o atleta foi atingido diretamente na boca pela barra que mede a altura, quebrando dois dentes da frente.

O esportista, de 25 anos, deixou o treinamento e foi direto a um consultório odontológico de emergência em Tóquio.

Coppell foi campeão britânico em 2019 e 2020. Sua melhor marca na prova são 5,85 metros. O recorde mundial pertence ao sueco Armand Duplantis, que saltou 6,18m, que vai competir na capital japonesa.

Adriano vende mansão por R$ 9 milhões e vai morar em hotel

Adriano só levou da ex-mansão os trofeus, medalhas e objetos pessoais

Adriano Imperador vendeu a casa em que morava num condomínio de luxo no Recreio dos bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.. O imóvel foi comprado por R$ 9 milhões no esquema porteira fechada. Didico só não deixou para os novos donos seus troféus e pertences pessoais. O resto todo ficou. Agora, ele continua procurando uma mansão na Barra, mais próxima do mar e dos agitos do bairro. Enquanto não acha, ele está hospedado na suíte presidencial do Grand Hyatt Hotel, onde paga cerca de R$ 80 mil por mês.

As diárias da suíte giram em torno de R$ 2,7 mil. O espaço tem 145 m², com sala de estar e de jantar, cozinha gourmet, closet independente, banheiro espaçoso com banheira de imersão, TV e chuveiro separados, e varanda ampla com uma invejável vista para o mar.

É lá, inclusive, que o jogador vem se encontrando às escondidas há algumas semanas com a ex-noiva, Victoria Moreira. A estudante de Medicina, que se tornou blogueira após o relacionamento com o Imperador, fez vários ensaios na suíte. São fotos que mostram um pouco do novo “castelo” do Imperador, como a que posou dentro da banheira e em cima da bancada da cozinha, além de algumas na sala e na varanda debruçada sobre o mar. Mas os dois não reataram publicamente.

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A memória curta coloca de lado os melhores na arte do futebol

POR FERNANDO CALAZANS

O ser humano é muito atraído a fazer comparações, praticamente em qualquer ramo de atividade. Quando se trata de competição, então nem se fala. Comparações que induzem à escolha dos melhores nisso ou naquilo. No futebol, por exemplo. Comparações e rivalidades, isso é o que não falta.

E é o que levou a France Football a eleger os melhores jogadores da História do futebol, em três seleções: a primeira, que é a seleção principal; a segunda, que seria a seleção reserva; e a terceira, a reserva da reserva. É claro que vários jornalistas e comentaristas brasileiros já abordaram o tema, na maior parte com críticas às escolhas feitas pelos mais de 100 jornalistas votantes de vários países.

Alguns me contaram que José Trajano chegou a ficar “irritado” com a ausência de Garrincha na seleção principal. Nem é para menos. Eu, por exemplo, também fiquei. Outros críticos “irritados”, pelo menos que eu saiba, foram Paulo César Vasconcellos, Cláudio Arreguy, Octávio Costa, que, num artigo aqui mesmo no Ultrajano, faz questão de lembrar que viu Garrincha jogar, e outros mais. Ver Garrincha jogar foi um privilégio que, ao que parece, a maioria dos votantes não teve.

Realmente, quem viu o futebol brasileiro campeão do mundo, ou quem estudou essa História gloriosa, não pode aceitar que Cafu seja escolhido como melhor lateral-direito ou que Roberto Carlos entre na seleção reserva como lateral-esquerdo, enquanto Nílton Santos é esquecido nas três. Eu disse “nas três”, por mais incrível que pareça. Naturalmente, os votantes não sabem quem foram, nem ouviram falar de Carlos Alberto Torres, Djalma Santos e Leandro, na direita, e muito menos de Nílton Santos, na esquerda. Nílton Santos, posso informar daqui, foi chamado de a “Enciclopédia do Futebol”. Depois dele, e antes dos demais, tivemos por aqui o Maestro Júnior, outro exemplo.

Não quero ser muito antipático com a France Football, por isso faço a ressalva de que Cafu e Roberto Carlos foram muito bons jogadores. Respeitabilíssimos. Mas não chegam aos pés do capita Carlos Alberto e de Nílton Santos, estes sim ‒ sobretudo o segundo ‒, os maiores de suas posições em todos os tempos.

E Garrincha, hein? Que mereceu textos até do poeta Carlos Drummond de Andrade. (Ouviram falar do poeta Drummond de Andrade?). PC Vasconcellos disse que Garrincha tem sido escanteado ao longo da História. Gostei do termo: “escanteado”. É isso mesmo que acontece com Garrincha e outros gênios do futebol ‒ pior ainda, acontece aqui mesmo no Brasil. Isso é que é inaceitável: no Brasil! É a mesma coisa abjeta que Bolsonaro faz com a cultura, a educação, a saúde, entre outros mil exemplos do seu desprezo pelo ser humano.

Cláudio Arreguy observou muito bem: o craque Tostão não entrou nem entre os indicados para cada posição. Foi o único campeão mundial de 1970 que ficou fora da lista total de candidatos às três seleções, A, B e C. Não pode.

Os únicos craques do presente na seleção principal foram Messi e Cristiano Ronaldo, a dupla da rivalidade. Messi, acho até que pode ser compreensível; Cristiano Ronaldo, acho um exagero, sem deixar absolutamente de reconhecer sua indiscutível qualidade.

Escolhas de seleções, escolhas de melhores desta ou daquela competição, desta ou daquela posição, em geral dão nisso. Discussões, divergências, controvérsias. Como se diz, faz parte. Mas ainda há comentarista, hoje em dia, que considera que jogadores do passado, como em tantas dessas listas, não eram lá grande coisa, jogavam numa época em que tudo dentro de  campo era “mais fácil”, e que agora os jogadores têm menos espaço, mais velocidade, mais marcação, mais isso, menos aquilo… Tudo é mais… “difícil”.

E quem viu as gerações brasileiras pentacampeãs mundiais tem que aguentar essa besteirada de gente sem qualquer grau de intelectualidade para admirar a arte, inclusive a arte do futebol.

Saiba quem será o provável treinador do Flamengo após saida de Jesus

 

Marcelo Gallardo é o preferido do presidente do Flamengo

Antes mesmo da oficialização da saída de Jorge Jesus para o Benfica, o Flamengo, segundo a Goal apurou, começou a receber indicações de treinadores estrangeiros, sendo quatro deles portugueses: Leonardo Jardim (foto), Marco Silva, Paulo Sousa e Carlos Carvalhal foram oferecidos.

Jardim (45 anos), que está livre no mercado desde que deixou o Monaco, onde acabou despedido (pela segunda vez) em dezembro do ano passado, é o que tem o currículo mais “atraente”. Foi campeão francês em 2016/17, tendo batido o todo poderoso PSG. Antes, passou por Braga, Sporting e Olympiacos. É uma opção, apesar de cara, que agrada à diretoria do Rubro-Negro.

Também desempregado, Silva (43 anos), que pretende seguir no futebol europeu, foi o primeiro a ter nome colocado em pauta flamenguista. Começou a carreira no Estoril, trabalhou no Sporting e Olympiacos e ganhou mais visibilidade na Premier League – treinou Hull City, Watford e Everton.

Ex-jogador de Juventus, Inter de Milão e Borussia Dortmund, além da seleção portuguesa, Sousa (49 anos) está num processo de saída do Bordeaux, com quem tem contrato até junho de 2022. Há um problema interno entre o treinador e os dirigentes franceses. Curiosamente, é agenciado pelos mesmos representantes do espanhol Miguel Ángel Ramírez, do Independiente del Valle, que interessa ao clube carioca.

Com vínculo perto do fim no Rio Ave, Carvalhal (54 anos), por sua vez, é um “velho conhecido” no Brasil. Foi recentemente procurado pelo Red Bull Bragantino, que, na ocasião, havia perdido Antonio Carlos Zago para o futebol japonês. Acabou por permanecer no clube português, onde atualmente tem boas chances de garantir uma vaga na Liga Europa da próxima temporada. Tem passagens por Sporting, Besiktas, Sheffield Wednesday e Swansea City.

Ainda “surpreso” com a perda de Jorge Jesus, que fechou um contrato de três anos (com mais um de opção) com o Benfica, o Flamengo até o momento não avançou concretamente em qualquer negociação. Internamente, há o desejo por um estrangeiro – Marcelo Gallardo, do River Plate, já foi um nome bastante falado.

Globo leva drible do Flamengo e perderá muitos milhões

Flamengo deverá transmitir jogos pela Fla TV (Foto: Mauricio Val/FVIMAGEM)

A TV Globo tenta impedir na Justiça a exibição de Flamengo x Portuguesa, na próxima quarta-feira, na Fla TV. No entanto, segundo o comentarista Mauro Cezar Pereira, o clima é de pessimismo na emissora e já há um entendimento de que essa é uma “batalha perdida”.
“Internamente, o Grupo Globo já dá como ‘praticamente perdida’ essa batalha com o Flamengo. Já há um entendimento dentro do grupo de comunicação que é muito pouco provável que o Flamengo seja impedido de mostrar esse jogo por uma liminar que seja concedida até quarta-feira à noite. Ou seja, nessa batalha, ao que tudo indica, o Flamengo leva a melhor”, afirmou o jornalista em seu blog na ESPN.
Nesta segunda-feira, a Justiça indeferiu o pedido de liminar da emissora para impedir a exibição da partida entre Flamengo e Portuguesa pela Fla TV. O clube garante que, caso não haja impedimentos jurídicos, fará a transmissão.
Fonte: meiahora.com.br