Apresentadora da Record chora durante progama e acaba afastada da telinha

Apresentadora Adriana Araújo teria se desentendido com direção da Record

De acordo com o site Notícias da TV , a apresentadora do “Jornal da Record”,Adriana Araújo (ex-Globo), teria sido afastada e forçada a tirar férias após ter uma crise de choro na edição do programa do último dia 21 de abril. A jornalista foi substituída por Janine Borba, outra ex-global.

Entre os supostos motivos para a suspensão dela seria uma discussão que Adriana teve com a chefia sobre a linha editorial do “Jornal da Record “. Segundo o site, ela teria se incomodado por estar “emprestando sua imagem a um telejornal governista”.

A jornalista teria se queixado de uma reportagem sobre a situação do sistema de saúde pública de Manaus, onde corpos de vítimas da Covid-19 estavam sendo guardados em caminhões frigoríficos. A matéria deveria ter irdo ao ar no dia 21, mas foi vetada.

No dia seguinte, a apresentadora teria tido uma conversa com o vice-presidente de Jornalismo da Record , Antonio Guerreiro, e em seguida teriam concedido férias à ela, três meses após retornar de um descanso de 15 dias.

Apresentador da Rede TV tem saúde agravada pelo coronavirus

Apresentador foi diagnosticado com o novo coronavírus

Sikêra Jr, apresentador do programa “Alerta Nacional” da Rede TV,  testou positivo para o Covid-19 e, segundo informações da mídia local, seu estado de saúde se agravou nos últimos dias.

O apresentador endossou o discurso de Jair Bolsonaro contra o isolamento social e defendeu por mais de uma vez em seu programa que as pessoas deveriam retornar ao trabalho.

Segundo o jornalista Ronaldo Tiradentes, que comanda um programa de rádio em Manaus, Amazonas, Sikêra apresenta um agravamento preocupante de seu quadro clínico.

Ronaldo, que substituiu o apresentador no comando do programa Alerta Nacional, também disse que Sikêra estaria com os pulmões comprometidos devido ao coronavírus. No entanto, a assessoria de imprensa de Sikêra Jr afirmou que é falsa a informação.

Fonte: Brasil247.com

Briga entre vizinhos aumenta por causa de lives e uso da área de lazer

Briga de vizinho aumentou cerca de 25% durante quarentena

“Eu sou contadora e tenho trabalhado em home office desde o início da quarentena. Não aguento mais barulho durante o dia. É obra no apartamento de cima, som alto no de baixo, criança chorando no do lado… Acaba atrapalhando, não tem horário. Até as lives atrapalham. Tem vizinho que às 23h está com o som nas alturas em pleno dia de semana”, lamenta Renata Santos, de 35 anos, que mora com o filho, Davi, de 11, no Catete, na Zona Sul do Rio.

O isolamento social, recomendado para frear o avanço do novo coronavírus, tem transformado muitos condomínios em potenciais e verdadeiras zonas de conflito. Com pessoas passando mais tempo em casa, discussões entre vizinhos aumentaram cerca de 25% no último mês, de acordo com o Secovi Rio, sindicato que representa mais de 29 mil condomínios e imobiliárias do estado. Entre os principais motivos dos conflitos estão o barulho, a insistência em usar as áreas de lazer e os itens deixados no corredor.

Vice-presidente administrativo e financeiro do Secovi Rio, Ronaldo Coelho Neto afirma que a melhor solução para evitar as brigas é sempre o bom senso. Segundo ele, o esquema de home office adotado por algumas empresas faz com que algumas pessoas, que antes passavam mais tempo na rua, fiquem em casa e, assim, ouçam barulhos durante o dia que antes não ouvia:

“Houve um aumento perceptível no número de moradores buscando administradoras e pedindo aconselhamento, principalmente em relação ao barulho excessivo. O que nós incentivamos é o bom senso e a boa intermediação de síndicos. Há quem queira usar a quadra poliesportiva do condomínio porque o clube está fechado. Eles sabem que a regra externa deve ser obedecida, mas lá no condomínio querem burlar e criar a própria regra”, observou.

Numa madrugada, neste mês, uma moradora do Condomínio Residencial Dez Zona Norte, em Irajá, conta que presenciou a briga de dois vizinhos por causa do som alto até as 5h durante a transmissão de um show pela internet.

Esse aumento de conflitos e brigas é natural, já que se trata de uma situação atípica, com famílias inteiras reclusas em casa. O síndico Pedro Barros, por exemplo, está à frente do Condomínio Joia da Barra, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, com cinco blocos e 400 apartamentos. Lá, ele busca estimular o espírito de coletividade.

“Para que não haja embate pessoal, o que pode levar a uma tensão mais desagradável, o síndico deve fazer o papel de mediador neste momento. Hoje, posso afirmar que o principal fator de estresse é o barulho. Os síndicos estão tendo um momento de muito trabalho”, garante.

Nas redes sociais, há quem relate já ter flagrado morador seminu no corredor para não entrar com a roupa suja em casa, por medo de contaminar os parentes. Nesses casos, quem se sente ofendido deixa bilhetes e ameaça filmar e expor o “condômino exibido”.

 

Jovem é preso e perde o emprego por mentir que estava com Coronavírus

Michael sente os efeitos de uma brincadeira séria no Facebook

O americano Michael Lane Brandin sabia que seu post no Facebook causaria rebuliço. O que ele não imaginava era que seria preso, perderia o emprego e enfrentaria um julgamento caro que pode mantê-lo atrás das grades.

Era uma tarde monótona em março e o debate sobre como lidar com o possível surto de covid-19 estava por todos os lados na sua timeline.

Então ele decidiu, em suas palavras, “fazer um experimento social”.

Michael postou que havia sido diagnosticado com o coronavírus e que os médicos haviam dito que o vírus era transmitido pelo ar.

No Facebook, seu relato foi recebido com um misto de empatia e choque.
O post gerou muitas reações e muitos amigos me mandaram uma mensagem para perguntar se eu estava bem, então eu disse a eles que era tudo mentira”, diz ele.

Mas o que estava acontecendo offline era muito mais sério.

O boato começou a se espalhar velozmente pelo condado de Tyler, no Estado americano do Texas, onde Michael morava

A PRISÃO

No entanto, o boato já havia se tornando uma bola de neve. E o próximo post no Facebook acabou vindo da delegacia de polícia. “Dando prosseguimento a uma queixa oficial do promotor criminal do distrito, o juiz do Condado Jacques Blanchett emitiu um mandado de prisão para Brandin pelo crime de alarme falso, uma contravenção classe A.”

Brandin se entregou. Sua fiança foi estabelecida em US$ 1 mil (cerca de R$ 5,4 mil).

“Eles disseram que eu tinha que passar a noite na prisão, porque tinha que esperar a chegada do juiz no dia seguinte. Estava morrendo de ansiedade”, diz Brandin.

Brandin agora está de volta à sua casa esperando uma data para seu julgamento. Apesar da seriedade de sua situação, ele diz que ainda tem sentimentos contraditórios sobre se lamenta ou não ter escrito o post.

“Mas, por causa de uma postagem no Facebook, perdi meu emprego, meu plano de saúde, e não pude iniciar meu programa de mestrado a tempo devido à falta de dinheiro. Isso criou um fardo financeiro para toda a minha família, porque todos estão tentando me ajudar a pagar minhas contas,” disse.

Veja matéria completa em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52380209

Gêmeas idênticas morrem na mesma semana por coronavírus

Katy e Emma morreram com diferença de três dias, vítimas da COVID-19

A enfermeira infantil Katy Davis e a ex-enfermeira Emma Davis estavam internadas no Hospital Geral de Southampton. Katy morreu na última terça-feira (21/4), e Emma, na sexta-feira (24/4). Elas tinham 37 anos.

“Elas sempre disseram que vieram ao mundo juntas e que iriam embora juntas também”, disse sua irmã, Zoe Davis.

Zoe conta que as duas moravam juntas e tinham outros problemas de saúde. “Não há palavras para descrever o quanto elas eram especiais. Tudo o que sempre quiseram era ajudar outras pessoas. Desde que eram jovens, elas fingiam que eram médicas e enfermeiras cuidando de suas bonecas”, disse Zoe.

Katy, que trabalhava no Hospital Infantil de Southampton, testou positivo para covid-19 assim que chegou ao hospital.

“Ela era descrita por seus colegas como uma enfermeira a qual outras pessoas aspiravam ser iguais e para quem a enfermagem era mais do que apenas um trabalho”, disse Paula Head, diretora-executiva do Hospital Universitário de Southampton, que administra a unidade onde Katy atendia.

Emma trabalhou no mesmo hospital que a irmã, na unidade de cirurgia colorretal, por nove anos, até 2013.

Os funcionários do hospital fizeram um minuto de aplauso para Katy do lado de fora da entrada principal na noite de quinta-feira, horas antes da morte de Emma.

Um total de 50 funcionários de enfermagem britânicos morreram até agora na pandemia de coronavírus, de acordo com uma lista compilada pelo site Nursing Times.

Matéria completa em https://www.bbc.com/portuguese/geral-52426184