Padre é flagrado no teste do bafômetro e acaba na delegacia

Teste do bafômetro feito pelo padre deu valores acima do permitido

Um padre foi preso, na noite deste sábado (8), após ser flagrado dirigindo em zigue-zague no entorno do Jardim Botânico, em Curitiba. De acordo com a Guarda Municipal (GM), o sacerdote atua em Blumenau, Santa Catarina, e fugiu em direção à BR-277, onde acabou detido.

A agente Aline Alves, da GM, explicou que o padre dirigia um veículo Jetta no momento em que acabou preso. “Como ele não parou com a voz de abordagem, iniciamos o acompanhamento que seguiu até a BR-277. Realizamos o teste do bafômetro, que confirmou 0,98 mg de álcool por litro de ar expedido nos pulmões”, disse.

Vale lembrar que para cometer crime de trânsito, o bafômetro precisa apontar 0,33 mg de álcool por litro de ar expedido nos pulmões.

Na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran), o padre negou ter fugido da abordagem. “Ele disse que não entendeu direito o que havia acontecido, mas admitiu ter tomado duas garrafas de vinho”, concluiu Aline Alves. O sacerdote foi autuado por embriaguez ao volante.

Fonte: Banda B

Para se livrar da prisão craque brasileiro terá que pagar 1 milhão

Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis foram presos no Paraguai

Há 5 meses no Paraguai, Ronaldinho Gaúcho poderá deixar o hotel onde estava cumprindo prisão domiciliar e voltar ao Brasil.

O Ministério Público desistiu de apresentar uma nova denúncia contra o ex-jogador. Ronaldinho deve ganhar liberdade condicional nos próximos dias.

Na solicitação, a Promotoria paraguaia fez algumas exigências como o pagamento de uma multa de mais de um milhão de reais.

A volta dele – e do irmão Assis – depende de uma audiência, que deve ocorrer na semana que vem.

Os promotores do caso dizem que Assis sabia que os passaportes usados eram falsos.

Mas eles não encontraram nenhum indício de que Ronaldinho tenha participado da obtenção dos documentos irregulares.

O ex-jogador e seu irmão permaneceram um mês da cadeia até conseguir uma mudança no regime para a prisão domiciliar.

Desde então, os dois estão detidos em um hotel no centro de Assunção, no Paraguai.

Atriz deixou salário de 60 mil para trás e agora quer voltar para Globo

Atriz Regina Duarte passou apenas 77 dias no governo Bolsonaro
foto: REUTERS/Adriano Machado

Regina Duarte ficou apenas 77 dias como Secretária da Cultura do governo Bolsonaro. Sua passagem pela atual gestão federal foi marcada por gafes e apatia.

A atriz foi atacada pelos próprios aliados do governo — mais especificamente, pela chamada ‘ala ideológica’ bolsonarista. Humilhada quase que diariamente e desprezada pelo próprio presidente, Regina não aguentou e jogou a toalha.

A coluna Radar, da Revista Veja, afirmou no mês de julho que a atriz confidenciou a amigos próximos ter interesse em compor o elenco do próximo trabalho de Gloria Perez, mas foi descartada pela autora.

Na Rede Globo, Regina Duarte recebia um salário de R$ 60 mil. O valor aumentava nos períodos em que a atriz estava no ar em novelas.

Na quinta-feira (6), o jornalista Ricardo Feltrin confirmou que Regina vem sinalizando e até conversando com amigos sobre o seu desejo de retornar à sua antiga emissora.

Por conta da informação, o nome de Regina foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter. “Regina Duarte fez muito sucesso como protagonista em novelas. Jogou tudo no lixo ao aceitar um papel de coadjuvante num caso especial com o terrível Bolsonaro”, comentou um internauta. Outro perfil na mesma rede social fez o post abaixo.

fonte: prgamatismopolítico.com.br

Governo cria uma nova forma de aumentar o preço da gasolina

Preço do combustível deverá subir 1,5% nas bombas de gaolina

A nova gasolina, que estreou na segunda-feira (3), deve ser R$ 0,06 mais cara, segundo o governo. Isso significa um aumento de cerca de 1,5% em comparação com o preço médio atual (R$ 4,144). Técnicos independentes avaliam que o novo combustível é melhor e rende até 6% mais. Quer dizer que você vai gastar menos no final das contas? Depende.

Existem muitos fatores. Primeiro, esses valores são médios: você pode pagar essa gasolina mais cara ou mais barata. Hoje você já pode estar gastando mais porque abastece com um combustível de qualidade e não vai sentir grande diferença no rendimento e no preço. De qualquer forma, uma simulação com carro 1.0 mostra que hoje, com R$ 100, ele roda 335 km na cidade. A nova gasolina, com os mesmos R$ 100, rodaria 349,9 km.

Quais são as melhorias da gasolina?

São principalmente dois pontos, como explica o engenheiro mentor de Tecnologia e Inovação para Energia a Combustão da SAE Brasil, Everton Lopes: “Principalmente na questão da densidade, em tese, [o combustível terá] mais energia por litro de gasolina comprado. Isso se traduz, no final do dia, em uma maior autonomia. Deve trazer o benefício por volta de 3%, 4%, até 5% do consumo atual“.

Agora, a densidade mínima é 715 kg/m³. Ou seja: cada litro de gasolina deve pesar, no mínimo, 715 gramas. Não havia essa regra antes. “Outro fator é a octanagem, que ajuda o carro a ter um desempenho mais próximo àquele que foi projetado de fato.”

A gasolina brasileira precisava ter 87 octanas. Segundo as novas regras, esse valor passou para 92 octanas, de acordo com a metodologia RON. Para 2022 o índice será de 93 octanas.

Lopes explica ainda que os motores funcionarão de maneira mais próxima do que é especificado pelas fabricantes. A gasolina vendida ao público, quando não segue os mesmos padrões das montadoras nos testes, pode não entregar o rendimento esperado. Com a melhoria do combustível, o veículo irá se comportar de maneira mais homogênea.

Moro agiu de forma parcial para prejudicar ex-presidente Lula, diz STF

Ex-juiz Sérgio Moro teria agido de forma parcial contra Lula

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a delação do ex-ministro Antonio Palocci deve ser excluída da ação em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber propina da Odebrecht na forma de um terreno para a construção do Instituto Lula em São Bernardo do Campo (SP). A Segunda Turma entendeu que, ao juntar a colaboração aos autos, o então juiz Sergio Moro quis criar um fato político às vésperas das eleições presidenciais de 2018 – o que pode ser considerado “indicativo de quebra da imparcialidade”.

O placar foi de dois a um, prevalecendo os votos dos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Ficou vencido o relator da Operação Lava-Jato na Corte, ministro Edson Fachin. O ato de Moro foi considerado calculado para interferir no primeiro turno das eleições, uma vez que a delação havia sido homologada pela Justiça três meses antes.

“A juntada, de ofício, após o encerramento da fase instrução, com o intuito de gerar, ao que tudo indica, um fato político, revela-se em descompasso com o ordenamento constitucional vigente. Assim, demonstrado o constrangimento ilegal imposto ao paciente, acolho o pedido de desentranhamento do termo de colaboração”, afirmou Lewandowski.

De acordo com o ministro, Moro agiu “de modo completamente extravagante” ao determinar o encarte da colaboração de Palocci na ação penal. Ele lembrou que essa atitude, entre outras, será analisada no âmbito do habeas corpus (HC) em que a defesa de Lula pede a suspeição do ex-juiz, que viria meses depois a ocupar o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública do governo de Jair Bolsonaro, opositor do PT nas eleições.

“O referido magistrado – para além de influenciar, de forma direta e relevante, o resultado da disputa eleitoral, conforme asseveram inúmeros analistas políticos, desvelando um comportamento, no mínimo, heterodoxo no julgamento dos processos criminais instaurados contra o ex-Presidente Lula –, violou o sistema acusatório, bem como as garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa”, disse Lewandowski.

Gilmar foi na mesma linha. De acordo com ele, a demora para juntar a delação à ação penal foi “cuidadosamente planejada” por Moro. Ele ainda chamou a atenção para o fato de que a juntada da delação e o levantamento de seu sigilo ocorreram por iniciativa própria do ex-juiz, isto é, sem provocação do Ministério Público. “Essas circunstâncias, quando examinadas de forma holística, são vetores possivelmente indicativos da quebra da imparcialidade por parte do magistrado, matéria essa que se encontra pendente de apreciação”.