Flávio Dino anuncia prêmio de R$ 6 milhões para quem melhor combater o coronavírus

Flávio Dino an uj nciou prêmio durante coletiva

Na manhã desta sexta-feira, 4, o governador Flávio Dino, durante coletiva para tratar dos números da Covid-19 no estado, anunciou um prêmio de R$ 6 milhões aos municípios maranhenses que melhor executarem ações contra a covid-19 e outras atenções básica à saúde.

A iniciativa busca impulsionar as ações preventivas e de controle que compete aos municípios. Será levado em conta dados quantitativos e qualitativos com base nos dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Também servirá de parâmetro o nível de atuação da vigilância epidemiológica e sanitária nos municípios.

“Como sempre nós gostamos de ajudar, estamos lançando o Prêmio Vencendo o coronavírus em que o estado vai monitorar os indicadores dos municípios. Um premio no valor de R$ 6 milhões de reais”, disse o governador.

O valor será repassado em forma de melhorias no sistema de saúde municipal, como reformas hospitalares, compra de equipamentos e etc.

O governador disse que o prêmio de reconhecimento ao mérito aos municípios que buscaram e melhor conseguiram enfrentar a doença ainda está sendo desenhado e que haverá reuniões psra detalhamento.

Hospital tenta ficar com bebê para pagar parto, alegam os pais

Casal de indianos alega que foram induzidos a assinar documentação

O nascimento de um bebê na índia virou manchete em jornais de todo o mundo depois que os pais da criança, Babita e Shiv Charan, acusaram o hospital onde foi realizado o parto de tentarem comprar o bebê para que as contas do procedimento fossem pagas.

De acordo com informações do jornal The Times of India, o valor cobrado pelo hospital foi de 35 mil rupias (R$ 2.580 na cotação atual) e, segundo afirmam os pais do bebê à reportagem, o montante oferecido pelo hospital foi de 100 mil rupias (R$ 7.400). O estabelecimento, por sua vez, negou as alegações.

A unidade de saúde alega que não houve nenhuma oferta de compra pelo recém-nascido, tampouco um direcionamento para que os pais abrissem mão da guarda da criança. Em nota, o hospital diz que os pais da criança se voluntariaram para oferecer o bebê para adoção e alegaram ter provas de que um contrato foi assinado para comprovar a finalidade.

Shiv, o pai da criança, trabalha como puxador de riquixá (um tipo de carroça que faz o transporte de pessoas pela cidade) e ganha 100 rupias (R$ 7,39) por dia. Ele alega que não estava sabendo da transação e revela que não recebeu nenhum atestado de alta, contas hospitalares ou qualquer outro documento.

“Eu e minha esposa somos analfabetos. Demos nossas impressões digitais em todos os documentos, como o hospital pediu”, ponderou. O casal tem cinco filhos e o mais velho, com 18 anos, trabalhava em uma fábrica de sapatos, mas foi demitido no decorrer da pandemia. A mulher explica que, por estarem precisando de dinheiro, o casal aceitou o dinheiro.

Médico é afastado pelo CRM por suspeita de abreviar oito vidas

Existe a suspeita de que oito vidas teriam sido abreviadas pelo médico

Numa atitude rara, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina suspendeu, por unanimidade, o médico Gustavo Deboni da Silva do exercício da profissão por seis meses, prazo em que deverá concluir a investigação das denúncias de que ele, trabalhando na UTI do hospital Marieta Konder Bornhausen, na cidade de Itajaí, abreviou a vida de pelo menos oito pacientes. O médico também trabalhava no Hospital Ruth Cardoso, em Camboriú.

Deboni foi denunciado pela Universidade do Vale do Itajaí, onde dava aula, em representação encaminhada ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina.

O promotor Maury Roberto Viviani começou a investigar o caso em março deste ano, por meio de um inquérito civil. Ele ouviu testemunhas e solicitou ao Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina que verificasse os fatos denunciados, com a a análise técnica de prontuários de pacientes que, nos últimos dois anos, teriam sido atendidos por Gustavo no último dia de vida ou que tiveram o óbito declarado pelo profissional.

Segundo o promotor, há indícios de que Gustavo Deboni teria abreviado a vida de pelo menos oito pessoas entre 2017 e 2019. De posse dessas informações, ele abriu Ação Civil Pública para afastamento cautelar do médico e a proibição do exercício de atividade médica pelo SUS em Itajaí.

Ao mesmo tempo, determinou à Polícia Civil que instaure inquérito para apurar a prática de homicídios.

O CRM, por sua vez, suspendeu o médico de imediato, enquanto também avança na apuração administrativa, que pode levar à cassação do seu diploma.

Deboni estava com a carreira em ascensão. Em maio, ao lado do secretário de Saúde de Santa Catarina, André Motta, ele abriu o I Congresso Online de Medicina de Emergência, realizado pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência.

O evento teve cerca de 15 mil inscrições e discutiu técnicas de enfrentamento da covid-19 em sua fase mais aguda, a da intubação, nas unidades de terapia intensiva, onde Deboni trabalhava. Ele era o responsável pela gerência médica no hospital e também sócio de empresa privada que oferecia serviço de saúde.

Em 2010, foi denunciado por efetuar cobrança por fora, no valor de R$ 5 mil, para fazer cirurgia pelo SUS. A paciente morreu, e o caso foi denunciado. Mas não houve punição para ele.

Em manifestação na imprensa local, o médico Deboni declarou sempre ter exercido a medicina de forma íntegra e ética nos 20 anos de carreira. Segundo ele, tudo será esclarecido em breve.

Quanto à suspensão das atividades profissionais determinada pelo CRM, declarou: “Sobre a decisão preliminar, não tive ainda a oportunidade de me defender, que reafirmo, será realizada da forma correta. Isso apenas representa uma questão política em virtude do cargo que ocupava.”

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Saiba como 16 pessoas pegaram covid-19 em viagem de avião

‘Muitas pessoas estavam tirando as máscaras e vagando pelos corredores para falar com outras’, relata a passageira Stephanie Whitfield

Um voo que saiu da ilha grega de Zaquintos e deixou quase 200 pessoas em isolamento devido à preocupação com a covid-19 foi uma verdadeira “bagunça”, segundo relataram passageiros presentes na viagem à BBC.

Uma passageira disse que o voo da companhia aérea Tui, em 25 de agosto, estava cheio de “covidiotas” e “tripulantes ineptos que não davam a mínima (aos cuidados)”. Outro afirmou que “não havia muito” rigor, por parte da tripulação, com o cumprimento às regras.

Até agora, 16 passageiros do voo TOM6215, com origem em Zaquintos e destino Cardiff (País de Gales), testaram positivo para o coronavírus. A Tui se posicionou afirmando que a segurança é uma prioridade e que está preocupada com as reclamações.

“Nossa tripulação é treinada segundo os mais altos padrões”, disse a companhia aérea. “Uma investigação completa está em andamento, pois essas preocupações não haviam sido relatadas até agora ou durante o voo.”

Os 193 passageiros e tripulantes presentes foram orientados a se isolar por duas semanas.

Autoridades de saúde afirmaram que sete pessoas de três grupos diferentes a bordo eram potenciais transmissoras da doença.

Giri Shankar, do serviço público de saúde de Gales, disse à rádio BBC Radio Wales que as pessoas voltando de Zaquintos estão “pegando o vírus e acendendo um alarme”.

A Grécia e suas ilhas permanecem na lista do Reino Unido de lugares isentos de quarentena, o que significa que pessoas vindas de lá não precisam se isolar após retorno.

Stephanie Whitfield disse que ela e o marido decidiram se isolar antes mesmo de saberem dos casos positivos.

“Este voo foi uma bagunça. O cara ao meu lado estava com a máscara no pescoço. Não só a companhia deixou de exigir que ele a colocasse no rosto, como também lhe deu uma bebida de cortesia quando o homem disse que conhecia um membro da tripulação”, lembra Whitfield.

“Muitas pessoas estavam tirando as máscaras e vagando pelos corredores para falar com outras.”

“Assim que o voo pousou, um monte de gente tirou as máscaras imediatamente. O voo estava cheio de ‘covidiotas’ egoístas e uma tripulação inepta que não dava a mínima.”

Whitfield disse, no entanto, que chegou a ver um funcionário pedindo que um passageiro colocasse a máscara. “Mas a grande maioria das pessoas não foi abordada”, lembra.

O casal resolveu fazer um teste, porque apresenta sintomas leves, mas o resultado não foi divulgado.

Outro passageiro do voo, Lee Evans, também descreveu cenas caóticas no aeroporto de Zante, onde segundo ele funcionários mexiam nos celulares dos passageiros para verificar os cartões de embarque e a distância de dois metros entre as pessoas na hora do embarque não era respeitada. Embora a exigência de usar máscaras tenha sido reforçada a bordo, Evans acrescentou: “Não havia muito em termos de monitoramento do que os clientes faziam no avião”.

Uma semana após o voo, ele recebeu um email da companhia aconselhando que ele e a família fizessem isolamento. Após o aviso, ele diz ter ficado “chocado”.

“Alguém precisa ser responsabilizado”, reclama.

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Carro arrasta jovem por quatro quilômetros. Ela entrou em coma

Paula teve várias fraturas e ficou em coma por 12 dias após acidente

Jovem teve politrauma, perdeu parte da mama, amputou uma mão, sofreu queimaduras por abrasão e fratura exposta nos joelhos. O motorista, que já teve CNH recolhida no passado e trabalha em gabinete de senador, só se apresentou dois dias após o crime. “Ele arrastou minha filha como se fosse um lixo”, desabafa mãe da vítima

Paula Thays Gomes Oliveira estava como passageira na moto do namorado quando foi atingida e arrastada por quatro quilômetros por um carro no dia 16 de agosto, em Brasília. A jovem de 18 anos ficou doze dias em coma, em estado gravíssimo, e acordou na sexta-feira (28).

Paula Thays teve politrauma, perdeu parte da mama, amputou a mão esquerda e sofreu diversas lesões. A vítima também sofreu queimaduras por abrasão (provocada por fricção no asfalto) e fratura exposta nos joelhos.

“Ela se lembra de tudo. Nos contou como foi o acidente. Sentiu muita raiva e chorava o tempo todo. Pedi para ela parar de contar a história e expliquei que o pior já passou. Eu não consegui ouvir ela relembrar tudo aquilo. Me bateu angústia e vontade de chorar também, mas eu não podia. Não podia chorar ali, ela precisa que eu seja forte”, desabafou a mãe.

Aos familiares, Paula contou que foi arrastada e o motorista a “desmontou”. “Ela dizia que estava toda desmontada, sem parte do braço, sentido dores e toda enfaixada. Também lembrou do momento em que chegou ao hospital, ouviu pessoas dizendo que ela não ia sobreviver”, detalhou Marilene.

Questionada se a família recebeu algum auxílio do motorista responsável pelo acidente, Marilene disse que nem sequer o conhece e que ninguém a procurou. “Arrastou a minha filha como se fosse lixo. Pedi perdão a ela por não estar lá naquele momento, não poder cuidar dela. Mas entregamos nas mãos de Deus e esperamos justiça”, garantiu.

O motorista

O nome do motorista é Caio Ericson Ferraz Pontes de Mello, de 32 anos. Ele só se apresentou à polícia dois dias após o atropelamento. Caio trabalha no gabinete do senador Lucas Barreto (PSD-AP). Por meio de nota, o senador afirmou que não se posicionaria sobre o caso por “entender que o acontecido é de caráter pessoal” do funcionário.

A advogada de Caio, Ana Carolina Alipaz, afirmou que o cliente tem depressão grave, faz uso de remédios controlados e não lembra do acidente. Caio já teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF), em 2009, por dirigir sob efeito de “substância psicoativa”.

Os arquivos do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) mostram pelo menos 17 infrações cometidas a partir de 2008, quando Caio tinha 20 anos.

Em nove oportunidades, o funcionário comissionado do senador Lucas Barreto (PSD-AP) foi flagrado excedendo o limite da via em até 20%. Em outra infração, ele descumpriu a velocidade máxima entre 20% e 50%. Outras duas autuações vieram após ultrapassar o limite por mais de 50%

Em outras cinco infrações são por andar na contramão, dirigir sob influência de álcool por duas vezes, avançar o sinal vermelho ou placa de parada obrigatória.

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