Saiba quem tem direito a ganhar 25% a mais na esperada aposentadoria

Segundo a lei, os 25% de aumento só valem para aposentados por invalidez

Segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que se aposentaram por invalidez têm direito a um aumento de 25% no valor do benefício caso dependam de terceiros para realizar as atividades no dia a dia.

O adicional, chamado de auxílio-acompanhante, garante o benefício aos aposentados por invalidez que necessitam de apoio para essas tarefas cotidianas, como tomar banho, ir ao banheiro e fazer a refeição, por exemplo.

É o caso de quem tem cegueira total, paralisia dos dois membros superiores ou inferiores, alteração das faculdades mentais ou, ainda, uma doença que exija permanência contínua no leito, dentre outras possibilidades.

“Esse cuidador não precisa ser um enfermeiro, um contratado, por exemplo. Pode ser alguém da família”, explica o advogado especialista em direito previdenciário João Badari, do escritório ABL Advogados, ao Metrópoles.

Segundo a lei, os 25% só valem para aposentados por invalidez, benefício pago ao trabalhador permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa, resultado de uma doença ou acidente, por exemplo.

Outros segurados do INSS, mesmo que não tenham se aposentado por invalidez, mas que ainda assim dependam de terceiros, conseguem obter o benefício adicional. Para isso, entretanto, é necessário entrar com um recurso na Justiça.

Ampliação

Em agosto de 2018, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou favoravelmente à ampliação do auxílio-acompanhante a todos os outros tipos de aposentadorias do INSS, não sendo mais preciso entrar na Justiça para obter o benefício. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), suspendeu em março do ano ano passado a aplicação de entendimento que autorizou o adicional de 25% para esses outros beneficiários.

Como conseguir

Para ter acesso aos 25% adicionais é necessário que o segurado agende uma perícia médica na autarquia federal, por meio do site e aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135, para comprovar que possui direito ao aumento do benefício.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, porém, o INSS suspendeu as perícias. Dessa maneira, o aposentado deve aguardar a reabertura das agências da Previdência Social, prevista para acontecer no próximo dia 11 de setembro.

Fonte: Metropoles 

CLOROQUINA NELE: Flávio Bolsonaro testa positivo para covid-19

Flávio Bolsonaro está com o novo coronavírus, mas sem sintomas

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) testou positivo para o novo coronavírus (Sars-CoV-2), informou a assessoria do parlamentar nesta terça-feira (25).

De acordo com o comunicado, o filho do presidente Jair Bolsonaro está assintomático e em isolamento em sua residência em Brasília. Ele está tomando cloroquina e azitromicina desde a noite de segunda-feira (24), apesar dos medicamentos não terem comprovação científica de sua eficácia no tratamento contra a Covid-19.

Flávio é quarto membro da família Bolsonaro a ser contaminado com a doença. Até agora, seu pai, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o irmão Jair Renan também já foram diagnosticado com o coronavírus.

Além deles, a vó de Michelle, Maria Aparecida Firmino Ferreira, contraiu o vírus, mas não resistiu e faleceu no último dia 12 de agosto. (ANSA).

Vem aí o fim da tarifa social de energia e da Farmácia Popular

Ministro Paulo Guedes vem estudando a possibilidade de fim de alguns programas sociais

equipe econômica estuda propor uma revisão de programas sociais para que o benefício médio do Renda Brasil — uma reformulação do Bolsa Família — seja de R$ 247 por família. Para isso, o governo deve propor o fim de programas como o abono salarial do PIS/Pasep, o Farmácia Popular e a tarifa social de energia elétrica. Hoje, o Bolsa Família paga, em média, cerca de R$ 191 para cada domicílio de beneficiários.

Além de aumentar o valor do benefício, o Renda Brasil deve ser mais abrangente que o Bolsa Família, com o número de famílias atendidas passando de 14,2 milhões para até 24 milhões de domicílios. Dessa forma, o Orçamento do Bolsa Família, hoje em R$ 30 bilhões, seria substituído por um programa de R$ 52 bilhões.

Para isso, o governo acabaria com programas que a equipe econômica considera “ineficientes”. O principal deles é o abono salarial, pago a todos os trabalhadores que recebem até dois salários mínimos no ano-base de referência. Nas últimas versões, entraram nesse cálculo também o Farmácia Popular. Estão na mira ainda o chamado seguro-defeso, benefício pago a pescadores artesanais durante o período de pescas proibidas, e o salário-família, pago a trabalhadores de baixa renda com filhos menores de 14 anos ou com deficiência.

Após marcar para esta terça-feira (dia 25) o anúncio de um megapacote de medidas nas áreas social e econômica, o governo decidiu adiar o evento que vinha sendo chamado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como “Big bang day”. Um dos motivos seria o desenho do Renda Brasil. Segundo uma fonte, o presidente Jair Bolsonaro quer um programa “mais simples e maior”.

Em reunião com Guedes, na tarde de ontem, o presidente foi apresentado ao programa elaborado pelos técnicos. De acordo com fontes próximas ao ministro, Bolsonaro teria considerado o Renda Brasil muito complexo e difícil de ser entendido pelo seu público-alvo e pediu a Guedes para refazer as bases do programa.

Galã da Globo diz que não tem mais nenhum interesse em atuar

Victor Fasano fez a estreia nas novelas da globo em 1989, com Barriga de Aluguel

Galã de diversas novelas nos anos 1990 e 2000, Victor Fasano não pretende mais voltar a atuar. “Só se algum projeto me fascinar, o que é raro”, disse ao EXTRA o ator de 61 anos. “Não se trata de abandonar a carreira e, sim, ir atrás do meu Dharma”, explica, referindo-se às causas voltadas para a defesa do meio ambiente.

Longe da TV, ele é sócio de uma fundação ambientalista que cria em cativeiro e reintroduz nas florestas espécies em extinção e tem se dedicado integralmente a esse projeto. Fasano também tem se recusado a participar de lives para falar do seu trabalho como ator.

Aos 61 anos, premiado e reconhecido no Brasil e em vários país por causa de sua atuação em defesa do meio ambiente, ele é sócio-fundador do Criadouro Tropicus e da empresa Airom Ambiental. Em 2018, esteve na iniciativa “Rios Limpos para Mares Limpos”, da ONU Ambiental. No ano passado, criou um selo de certificação para fazendeiros que preservam as onças pintadas, ameaçadas de extinção.

Em 2019, participou do programa Sensacional, da RedeTV! e disse que não sentia falta das novelas. “Saudade não tenho. Tenho de trabalhar, de estar em cena. Tudo o que está em volta disso não sei se tenho muita vontade. Se for personagem de galã, esquece”, enfatizou.

Victor Augusto Duarte Fasano nasceu em 2 de setembro de 1958, na capital paulista. Começou a carreira como modelo em 1976 e estreou na televisão logo com um papel de destaque: o Zeca de Barriga de Aluguel (1989). Depois disso, teve outros papeis importantes em novelas da Globo, como Juca em De Corpo e Alma (1992), Miguel em Caras e Coroa (1995), Heitor em Salsa e Merengue (1996), Edmundo Falcão em Torre de Babel (1998) e Tavinho em O Clone (2001), atualmente em exibição pelo canal Viva.

Em 2003, esteve no SBT, onde fez Canavial de Paixões. Depois disso, voltou para a Globo, atuando em América (2005), Amazônia: De Galvez a Chico Mendes (2007, Paraíso Tropical (2007) e Caminho das Índias (2009).

Depois disso, migrou para a Record, onde atuou em diversas produções: Ribeirão do Tempo (2010), Balacobaco (2012), Plano Alto (2014), Milagres de Jesus (2015) e Conselho Tutelar (2015).

Governador de São Paulo detona com o presidente Bolsonaro

O governador de São Paulo, João Doria faz críticas ao presidente Bolsonaro

Sputnik – Ao comentar as ameaças feitas por Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria, disse no domingo (23) que “Bolsonaro voltou a ser Bolsonaro”. “Ameaçar jornalistas, usar linguajar inadequado ao cargo que ocupa e não respeitar a liberdade de imprensa, é flertar com o autoritarismo”, afirmou Doria, segundo coluna de Lauro Jardim, de O Globo.

Ao visitar a Catedral Metropolitana de Brasília, Bolsonaro foi perguntado por um repórter de O Globo como ele explicava os depósitos que teriam sido feitos na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, por Fabrício Queiroz e por sua esposa, Márcia Aguiar. Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), teria destinado R$ 72.000 para Michelle, enquanto Márcia teria depositado R$ 17 mil.

‘Encher tua boca na porrada, tá’

Outro repórter, do portal G1, perguntou a Bolsonaro sobre movimentações nas contas da empresa do filho do presidente.

Primeiro, Bolsonaro disse que não responderia às perguntas. Depois, se dirigiu aos jornalistas e disse: “Eu vou encher a boca desse cara na porrada.” Em seguida, o presidente ameaçou o repórter de O Globo: “Minha vontade é encher tua boca na porrada, tá?”.

Queiroz é investigado pelo Ministério Público por suspeita de ser o operador de esquema de corrupção quando era assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Segundo o MP, a loja de chocolates do filho do senador recebeu, entre março de 2015 e dezembro de 2018, 1.512 depósitos em dinheiro.