ASSUSTADOR: Casa de prefeito é alvo de bomba explosiva

Artefatos explosivos usados contra casa do prefeito

A residência do prefeito da cidade de Gilbués, no Sul do Piauí, foi alvo de vários ataques na noite do último domingo, 07 de junho, por volta de 22h. De acordo com o comando da Polícia Militar, a guarnição estava em rondas pelo município quando ouviu um grande barulho próximo a casa do gestor.

Segundo o Portal Meionorte.com, a polícia se deslocou até o local e ao chegar na residência populares testemunharam que um veículo de cor vermelha, teria soltado bombas do tipo canhão de seis bocas em direção a casa do prefeito. “Todo o material foi recolhido para a investigação, foi um barulho muito forte e que com a força do impacto pode até causar a morte de alguém”, afirmou o comandante acrescentando que ninguém ficou ferido.

O prefeito de Gilbués desabafou sobre o caso.  “Ontem, fui agredido em minha casa com várias bombas de alta explosão e, hoje, ainda sem publicação e sem notificação da justiça, a oposição está tentando invadir os prédios da Prefeitura! Respeito a decisão da justiça, mas antes de tudo temos que receber a publicação do resultado do julgamento bem como a notificação por parte do poder competente. Estamos em pleno combate a pandemia da Covid-19, onde a maioria das pessoas está em casa! Não podemos aceitar tamanho abuso, às 22h, as pessoas serem perturbadas com bombas de alto impacto!”, disse.

A Polícia Militar realizou diligências no sentido de localizar os acusados mas até o momento ninguém foi preso.

FIM DO CORONAVÍRUS. Conheça o primeiro país a vencer a doença

Nova Zelândia anunciou que não tem casos ativos de Covid 19

WELLINGTON (Reuters) – A Nova Zelândia suspendeu todas as restrições sociais e econômicas, exceto os controles de fronteira, depois de declarar nesta segunda-feira, 8, que está livre do coronavírus, um dos primeiros países do mundo a voltar à normalidade pré-pandêmica.

Eventos públicos e privados, indústrias de varejo e hospitalidade e todo o transporte público foram autorizados a retomar seu funcionamento sem as regras de distanciamento ainda existentes em grande parte do mundo.

“Embora o trabalho não esteja concluído, não há como negar que este é um marco… Obrigada, Nova Zelândia”, disse a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, em coletiva de imprensa, acrescentando que dançou de alegria com a notícia.

“Estamos confiantes de que eliminamos a transmissão do vírus na Nova Zelândia por enquanto, mas a eliminação não é acaso, é um esforço sustentado”.

Os cinco milhões de pessoas da Nova Zelândia estão emergindo da pandemia, enquanto grandes economias como Brasil, Reino Unido, Índia e Estados Unidos continuam a lidar com a disseminação do vírus.

Os 75 dias de restrições na Nova Zelândia incluíram cerca de sete semanas de uma quarentena rígida, na qual a maioria das empresas foi fechada e todos, exceto trabalhadores essenciais, tiveram que ficar em casa.

“Hoje, 75 dias depois, estamos prontos”, afirmou Ardern, anunciando que as restrições de distanciamento social terminariam à meia-noite.

Ardern disse que fez uma “pequena dança” quando lhe disseram que não havia mais casos ativos de Covid-19 na Nova Zelândia, surpreendendo sua filha de 2 anos, Neve.

“Ela foi pega um pouco de surpresa e se juntou a mim, sem ter absolutamente nenhuma ideia de por que eu estava dançando pela sala”. A Nova Zelândia registrou 1.154 infecções e 22 mortes por Covid-19 desde que o vírus chegou no final de fevereiro.

Ardern prometeu eliminar, não apenas conter, o vírus, o que significava interromper a transmissão por duas semanas após o último caso conhecido receber alta. Por enquanto, todos que entrarem no país continuarão sendo testados e colocados em quarentena.

Mesmo assim, o governo precisará mostrar que pode reviver a economia, que deverá afundar em recessão. Os partidos de oposição criticaram a decisão de Ardern de manter as restrições por tanto tempo.

“Precisamos avançar com cautela aqui. Ninguém quer prejudicar os ganhos que a Nova Zelândia obteve”, disse a premiê.

Brasileiros estão se armando e situação fica preocupante

Cresce a venda de armas no Brasil

A política de flexibilização de armas implementada pelo presidente Jair Bolsonaro impulsionou as vendas de munição para cidadãos com direito ao porte ou à posse de armas de fogo em 2020.

De janeiro a maio, o crescimento no volume de unidades comercializadas foi de 98% em comparação com o mesmo período de 2019, e de 90% em relação a 2018. Apenas em maio, 1.541.780 cartuchos foram vendidos no varejo do país, o que equivale a mais de dois mil por hora.

Este número corresponde apenas às vendas feitas no comércio para pessoas físicas e exclui policiais militares, bombeiros, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

As informações integram a base de dados do Sistema de Controle de Venda e Estoque de Munições (Sicovem) e foram obtidas pelo GLOBO junto ao Exército, via Lei de Acesso à Informação.

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Policial morre durante plantão a causa pode ser Covid 19

O servidor publico ja havia testado negativo para Covid 19

Um policial penal lotado na Penitenciária Mista Juiz Fontes Ibiapina, em Parnaíba, morreu na tarde dessa sexta-feira (5), no Hospital Estadual de Dirceu Acorverde (Heda). Segundo o Sindicato dos Policiais Penais do Piauí (Sinpoljuspi), o agente foi vítima de coronavírus e lamentou o ocorrido.

Nilton Tupinambá passou mal durante um plantão nesta semana e foi levado às pressas ao hospital. Ele foi internado com auxílio de respirador, e em seguida foi entubado ao apresentar baixa oxigenação, mas não resistiu.

Em nota, a Secretaria de Estado da Justiça do Piauí informou que a causa da morte ainda não foi esclarecida, pois ele tinha testado negativo para a Covid-19.

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Juros de cartão de crédito podem cair de 296% para 35%

Juros do cartão de crédito no país pesa no bolso dos brasileiros

Um projeto que limita a cobrança de juros do cartão de crédito e do cheque especial tem provocado turbulência no Senado. De um lado, um grupo de senadores argumenta que a crise causada pela pandemia obriga o setor financeiro a dar sua cota de sacrifício para ajudar a parcela da população mais afetada pela crise econômica. Do outro, parlamentares que enxergam na proposta uma interferência indevida do Legislativo no mercado. Entre eles, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pressionado por ambas as partes, e os bancos, que tentam convencer os senadores a sepultar a iniciativa.

A polêmica gira em torno do Projeto de Lei 1.166/2020, apresentado pelo líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR), que limita a 20% ao ano os juros cobrados sobre dívidas contraídas entre março de 2020 e julho de 2021. O relator, senador Lasier Martins (Podemos-RS), avalizou a proposta, mas elevou o teto para 35%. O texto estava na pauta do dia 14 de maio. Mas foi retirado em cima da hora por Davi Alcolumbre, que alegou que não havia consenso para a votação. O senador abriu novo prazo para emendas e, por enquanto, não há sinal de que a proposição voltará ao plenário.

O projeto reduz drasticamente os juros cobrados pelas instituições financeiras. Segundo o Banco Central, o juro médio do cheque especial ficou em 130% ao ano para pessoas físicas em março. No caso do cartão de crédito, a taxa média do rotativo regular (quando há pelo menos o pagamento da fatura mínima) ficou em 296,1% ao ano.

Sob pressão

A medida tem, entre seus principais críticos, outro senador do Podemos, Oriovisto Guimarães, também do Paraná, a exemplo de Alvaro Dias. “Absolutamente não é aceitável. Isso é fazer benesse com chapéu alheio. Agrada muito a população no primeiro momento. É populista”, critica Oriovisto.

Já o autor e o relator da proposta afirmam que o texto saiu de pauta devido à pressão dos bancos. “A pressão dos bancos é violenta. Eu mesmo cansei de atender a telefonema da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos] e do Banco Central. Estão fazendo de tudo para não deixar o projeto passar. Acho que o Davi Alcolumbre está se curvando. Querem jogar essa proposta para as calendas gregas. Querem sumir com o projeto”, disse Lasier ao Congresso em Foco.

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