Pastor vende feijão que cura coronavírus e fica na mira do MPF

Pastor vende feijão para curar doença causada por coronavírus

O pastor Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial de Deus, é alvo de uma notícia-crime por “possível prática de estelionato”. A ação foi impetrada pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional da República da 5ª Região no Recife (PE). Em vídeo divulgado em diversas páginas da internet, o pastor aparece anunciando sementes de feijão com supostos poderes de curar a covid-19.

Conforme ressalta o MPF, o pastor não fala explicitamente em pagamento, mas emprega a palavra-código “propósito”, desta maneira, as vítimas não fariam pagamentos, mas “propósitos”. Segundo a ação, apesar do disfarce linguístico, o intuito está claro: os fiéis devem pagar valores predeterminados para obter feijões mágicos que poderão curá-los da covid-19, mesmo em casos graves. Em material divulgado pelo MPF, o órgão ressalta que o pastor reforça a ideia de que “não basta ter fé nem ser seguidor do líder religioso, pois não há a possibilidade de fiéis sem condições econômicas receberem o produto”. As sementes só serão entregues àqueles que exibirem comprovante de pagamento.

“Para o MPF, está claro o uso de influência religiosa e da mística da religião para obter vantagem pessoal (ou em benefício da IMPD), induzindo vítimas em erro, pois não há evidência conhecida de cura da Covid-19 por meio de alguma divindade nem por ingestão ou plantação de feijões mágicos. Segundo a comunicação, o pastor praticamente debocha da boa-fé de seus seguidores, informando que as sementes germinarão e na planta estará escrito “Sê tu uma bênção” – que é o slogan místico-publicitário da organização religiosa”, diz material divulgado pelo órgão.

Fonte: Congresso em foco

Ladrões usam máscaras e fazem raspa em supermercado

Dupla aproveitou o momento da pandemia e agiu de máscara

Uma dupla de assaltantes armados, usou máscaras de proteção contra o novo Coronavírus (Covid-19), para cometer assalto em um supermercado. O fato ocorreu por volta de 12h, na tarde da dau última quarta-feira (6), no município de Coari (distante a 363 quilômetros de Manaus).

Câmeras de segurança registraram toda a ação criminosa, a dupla entrou no estabelecimento portando uma arma de fogo e imediatamente rendeu funcionários e clientes, em seguida eles pegam toda a renda do caixa, no total de R$ 2 mil e deixaram o estabelecimento comercial. Causando indignação e perpecidade.

Chama atenção o fato de os criminosos usarem um artifício ardiloso na empreitada criminosa. Como neste período de pandemia o uso de máscara ajuda a evitar o contágio pelo novo coronavírus, ao chegarem no supermercado, de máscaras, as pessoas até se sentiram seguras em relação à contaminação, mas por outro lado viraram presas fáceis da dupla de marginais.

Até o início da tarde desta sexta-feira os criminosos ainda não haviam sido identificados devido o uso das máscaras. Mas a polícia investiga o caso.

Depoimento de Moro à PF não deve ter nada de comprometedor

Briga entre Moro e Bolsonaro vai para no Supremo Tribunal
Imagem/Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 1729515

O procurador-geral da República, Augusto Aras, teria concordado com o pedido feito pela defesa do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro para levantar o sigilo sobre o depoimento prestado por ele à Polícia Federal no último sábado (2).

Segundo o blog do jornalista Valdo Cruz, Aras teria dito a interlocutores que concorda com os advogados de Moro, que alegam que trechos do depoimento já estariam sendo vazados e poderiam retirar a fala original do contexto geral.

Segundo a reportagem, a decisão será tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, responsável pelo inquérito que apura as acusações feitas por de Moro contra Jair Bolsonaro por uma suposta interferência na Polícia Federal.

O ministro do STF também irá avaliar os pedidos feitos por Aras para que três ministros citados por Moro em seu depoimento, além de delegados federais, sejam ouvidos no inquérito.

Fonte: brasil247.com.br

Familia descobre que iria enterrar corpo de desconhecido

Enterros vêm aumentando em todos os Estados brasileiros

Uma família quase enterrou o corpo de um homem desconhecido ao ser informada erroneamente sobre a morte de uma idosa que estava internada no Hospital Regiinal Dr. Abelardo Santos, em Belém no Pará.

Segundo Bruno Andrade, neto da mulher, quando o suposto corpo dela foi entregue, os funcionários do hospital não deixaram que a urna fosse aberta por causa do risco de contaminação por coronavírus.

Os parentes receberam o caixão, mas enquanto a velavam decidiram abri-lo para ver como ela estava. Nesse momento,eles levaram um susto ao se depararem com o corpo do homem desconhecido.

Eles acionaram o hospital e o corpo foi levado de volta para a unidade. Bruno também seguiu para o local e conta que precisou olhar olhar mais de 30 corpos na procura tentar encontrar a avó.

Horas depois foi descoberto que Dona Maria, 69, estava viva, se recuperando em um dos leitos do hospital. Com o crescimento de mortos pelo coronavírus, o sistema de saúde do Pará está saturado e casos como o da avó de Bruno tem se repetido com frequência.

FONTE:www.portaldoholanda.com.br

Detentos fazem agentes penitenciários reféns durante rebelião

Detentos durante rebelião nesta manhã de sábado Foto: reprodução internet

Sete agentes penitenciários foram feitos reféns na manhã deste sábado durante uma rebelião na Unidade Prisional do Puraquequara, em Manaus. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) o motim foi contido por volta das 12h e ninguém foi morto ou ferido.

A rebelião teve início por volta das 6h, durante o café da manhã. Segundo a Seap, os detentos serraram a grade de duas celas e avançaram sobre os agentes. Familiares dos presos disseram ao “G1” que a rebelião foi para exigir melhores condições dentro do presídio. Atualmanete, o presídeio tem 1.079 presos.

A Seap diz que os presos “exigiam a presença da imprensa e dos direitos humanos”.

Os presos se aglomeram em torres de caixa d’água na área externa do presídio, onde fizeram os agentes reféns. A Seap ainda divulgou quantos presos se envolveram no motim.

Entre as principais queixas dos familiares, segundo o G1, estão a falta de informações sobre a rebelião, a dificuldade de manter contato com os presos pelo telefone e as péssimas condições relatadas pelos mesmos.

As visitas estão suspensas em todos os presídios do Amazonas desde o dia 13 de março, como medida de prevenção ao novo coronavírus. Os presos estão se comunicando com a família po videoconferência.

Fonte: extra.globo.com/noticias