Brasileiros estão se armando e situação fica preocupante

Cresce a venda de armas no Brasil

A política de flexibilização de armas implementada pelo presidente Jair Bolsonaro impulsionou as vendas de munição para cidadãos com direito ao porte ou à posse de armas de fogo em 2020.

De janeiro a maio, o crescimento no volume de unidades comercializadas foi de 98% em comparação com o mesmo período de 2019, e de 90% em relação a 2018. Apenas em maio, 1.541.780 cartuchos foram vendidos no varejo do país, o que equivale a mais de dois mil por hora.

Este número corresponde apenas às vendas feitas no comércio para pessoas físicas e exclui policiais militares, bombeiros, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

As informações integram a base de dados do Sistema de Controle de Venda e Estoque de Munições (Sicovem) e foram obtidas pelo GLOBO junto ao Exército, via Lei de Acesso à Informação.

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Policial morre durante plantão a causa pode ser Covid 19

O servidor publico ja havia testado negativo para Covid 19

Um policial penal lotado na Penitenciária Mista Juiz Fontes Ibiapina, em Parnaíba, morreu na tarde dessa sexta-feira (5), no Hospital Estadual de Dirceu Acorverde (Heda). Segundo o Sindicato dos Policiais Penais do Piauí (Sinpoljuspi), o agente foi vítima de coronavírus e lamentou o ocorrido.

Nilton Tupinambá passou mal durante um plantão nesta semana e foi levado às pressas ao hospital. Ele foi internado com auxílio de respirador, e em seguida foi entubado ao apresentar baixa oxigenação, mas não resistiu.

Em nota, a Secretaria de Estado da Justiça do Piauí informou que a causa da morte ainda não foi esclarecida, pois ele tinha testado negativo para a Covid-19.

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Juros de cartão de crédito podem cair de 296% para 35%

Juros do cartão de crédito no país pesa no bolso dos brasileiros

Um projeto que limita a cobrança de juros do cartão de crédito e do cheque especial tem provocado turbulência no Senado. De um lado, um grupo de senadores argumenta que a crise causada pela pandemia obriga o setor financeiro a dar sua cota de sacrifício para ajudar a parcela da população mais afetada pela crise econômica. Do outro, parlamentares que enxergam na proposta uma interferência indevida do Legislativo no mercado. Entre eles, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pressionado por ambas as partes, e os bancos, que tentam convencer os senadores a sepultar a iniciativa.

A polêmica gira em torno do Projeto de Lei 1.166/2020, apresentado pelo líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR), que limita a 20% ao ano os juros cobrados sobre dívidas contraídas entre março de 2020 e julho de 2021. O relator, senador Lasier Martins (Podemos-RS), avalizou a proposta, mas elevou o teto para 35%. O texto estava na pauta do dia 14 de maio. Mas foi retirado em cima da hora por Davi Alcolumbre, que alegou que não havia consenso para a votação. O senador abriu novo prazo para emendas e, por enquanto, não há sinal de que a proposição voltará ao plenário.

O projeto reduz drasticamente os juros cobrados pelas instituições financeiras. Segundo o Banco Central, o juro médio do cheque especial ficou em 130% ao ano para pessoas físicas em março. No caso do cartão de crédito, a taxa média do rotativo regular (quando há pelo menos o pagamento da fatura mínima) ficou em 296,1% ao ano.

Sob pressão

A medida tem, entre seus principais críticos, outro senador do Podemos, Oriovisto Guimarães, também do Paraná, a exemplo de Alvaro Dias. “Absolutamente não é aceitável. Isso é fazer benesse com chapéu alheio. Agrada muito a população no primeiro momento. É populista”, critica Oriovisto.

Já o autor e o relator da proposta afirmam que o texto saiu de pauta devido à pressão dos bancos. “A pressão dos bancos é violenta. Eu mesmo cansei de atender a telefonema da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos] e do Banco Central. Estão fazendo de tudo para não deixar o projeto passar. Acho que o Davi Alcolumbre está se curvando. Querem jogar essa proposta para as calendas gregas. Querem sumir com o projeto”, disse Lasier ao Congresso em Foco.

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Morto por policial estava infectado com novo coronavirus

George Floyd morreu asfixiado por um policial

(Reuters) – George Floyd, cujo encontro fatal com a polícia de Mineápolis provocou protestos globais devido ao viés racial fomentado pelos agentes norte-americanos, testou positivo para o novo coronavírus, conforme mostrou sua autópsia, mas a infecção não foi listada como um fator em sua morte.

A causa oficial da morte, de acordo com o relatório completo de 20 páginas tornado público na quarta-feira pelo Instituto Médico Legal do Condado de Hennepin, foi uma parada cardiopulmonar enquanto Floyd estava sendo mobilizado pela polícia que o levava sob custódia em 25 de maio.

O legista determinou que a morte foi um homicídio. Desde então, quatro policiais que foram demitidos por seu papel no incidente, capturado em vídeo de celular de um espectador, estão sendo detidos sob acusações criminais, um deles acusado de assassinato.

O vídeo mostrava o policial usando seu joelho para pressionar o pescoço de Floyd contra o asfalto por quase nove minutos, enquanto a vítima de 46 anos ofegava por ar e gemia repetidamente: “por favor, não consigo respirar”. Floyd foi declarado morto em um hospital pouco tempo depois.

O vídeo imediatamente se tornou viral na internet, iniciando nove dias de protestos e conflitos civis em todo o país. Os manifestantes também foram às ruas em outros países do mundo, da Alemanha à Nova Zelândia.

A autópsia, ao listar a parada cardiopulmonar como a causa da morte de Floyd, também citou “complicada aplicação da lei, restrição, contenção e compressão do pescoço”.

O relatório listou vários fatores adicionais como “condições significativas” que contribuem para a morte de Floyd, incluindo doenças cardíacas, pressão alta e intoxicação pelo poderoso opióide fentanil, bem como o uso recente de metanfetamina.

O relatório também observou que uma amostra nasal coletada no corpo de Floyd voltou positiva para Covid-19, e que Floyd também havia testado positivo em 3 de abril, quase oito semanas antes de sua morte.

O médico legista-chefe do condado, Dr. Andrew Baker, concluiu que o resultado do teste post mortem “provavelmente reflete positividade assintomática, mas persistente…de infecção anterior”. Não houve indicação no relatório da autópsia de que o coronavírus teve algum papel na morte de Floyd.

Michael Baden, um dos dois médicos legistas que conduziu uma autópsia particular para a família de Floyd, disse ao The New York Times que as autoridades do condado nunca lhe disseram, ou o diretor do funeral, que Floyd havia testado positivo para a Covid-19.

Por Steve Gorman em Los Angeles

Polícia Federal apura desvio de verba em compra de máscaras

Policia Federal está te ealizando operação mo Tocantins

A Polícia Federal faz nesta quarta-feira, 3 de junho, uma operação que apura desvios na compra de máscaras de proteção pela Secretaria de Saúde do Tocantins em meio à pandemia de Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, informou a PF em nota.

“A Polícia Federal encontrou indícios de possível superfaturamento em dois contratos firmados entre a Secretaria Estadual de Saúde e empresas, visando à aquisição de 12 mil máscaras de proteção facial adquiridas pelo valor unitário de 35 reais, totalizando em 420 mil”, afirmou a Polícia Federal.

“As investigações apontaram, ainda, que, já durante a pandemia, existia processo licitatório vigente na Secretaria Estadual de Saúde que resultou na contratação de empresas para o fornecimento de máscaras de proteção facial idênticas, por valores que variam entre 1,93 real e 3,64 reais. Os investigados poderão responder pelos crimes de formação de cartel e peculato, além de crime contra a economia popular, cujas penas somadas podem ultrapassar 19 anos de reclusão e multa.”

Segundo a PF, 20 policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de intimação expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Tocantins.

Procurada, a Secretaria de Saúde do Tocantins não respondeu de imediato a pedidos de comentários.

Materia completa em br.reuters.com