Influencer famoso perde 200 mil seguidores e recebe ataques de ódio

Carlinhos Maia perde seguidores e sofre ameaças por declara voto em Lula

Carlinhos Maia causou alvoroço na web por declarar seu voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. Após o anúncio, feito no último sábado (29), o humorista revelou ter perdido 200 mil seguidores nas redes sociais. Além disso, ele mostrou que vem recebendo diversos ataques de ódio por conta do posicionamento político.

Em primeiro momento, o influenciador digital havia declarado que manteria o voto em segredo para que ninguém deixasse de segui-lo. Acontece que Maia acabou mudando de ideia e usou o Twitter para de manifestar a favor do petista algumas vezes.

Carlinhos, quem você vai votar? COM CERTEZA ALGUÉM QUE PRIMEIRO RESOLVA A FOME DO MEU PAÍS”, escreveu ele em uma publicação. Na sequência, o humorista chegou a postar uma foto de Lula. “Por favor, não nos decepcione. Eu voto 13”, legendou.

Dias depois, Carlinhos Maia voltou à rede para contar que os post geraram revolta entre alguns de seus 25 milhões de seguidores, sendo que milhares deles lhe deram unfollow. “200 mil pessoas deixaram de me seguir… Fico triste, mas aliviado ao mesmo tempo, que fique quem goste de mim além da minha opinião política”, publicou na última segunda-feira (3).

O nível das mensagens que venho recebendo. As pessoas estão me amaldiçoando a troco de nada. Aos que me seguem, não sejam assim. Opiniões e divergências fazem parte da democracia e livre arbítrio de cada um“, disparou ele.

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Deputado chora na Assembleia ao agradecer a reeleição

Deputado Wellington do Curso conseguiu o terceiro mandato

Deputado Wellington do Curso chorou na manhã desta terça-feira durante a sessão plenária na Assembleia Legislativa. O parlamentar que conseguiu 24.850 votos e conquistou o terceiro mandato no Legislativo Estadual.

Wellington iniciou o pronunciamento falando em gratidão e aos poucos foi se emocionando e a voz embargou. Chorando parou de falar e foi aplaudido pelos colegas de parlamento.

” Gratidão ao povo maranhense pelo votos sinceros. Sou apaixonado pelo que faço. A única forma de retribuir é com muito trabalho”, disse o parlamentar.

Sigilo de um século. Saiba em que Bolsonaro impôs segredo

Ao longo do mandato de Jair Bolsonaro, uma série de sigilos de 100 anos foi imposta para impedir o acesso a informações consideradas sensíveis pelo governo. As visitas ao Planalto se tornaram secretas nos casos que incluem os filhos do presidente e os convidados da primeira-dama Michelle Bolsonaro. O governo alega que há informações pessoais nos documentos.

Conforme levantamento do “Estado de S. Paulo”, de 2019 a 2022 o governo impôs segredo a pelo menos 65 casos que tiveram pedidos de acessos via LAI (Lei de Acesso à Informação) por órgãos da imprensa. Entre eles, está o sigilo a telegramas do Itamaraty sobre a prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho no Paraguai e o caso do médico Victor Sorrentino, detido no Egito sob acusação de assédio.

O que o governo colocou sob sigilo:

Visitas a Michelle Bolsonaro

Os dados sobre quem visitou a primeira-dama Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada foram colocados sob sigilo de 100 anos com o argumento de que há informações de cunho pessoal nos documentos.

Mensagem sobre prisão de Ronaldinho Gaúcho

Preso no início de 2020 no Paraguai por entrarem no país com documentação falsa, Ronaldinho Gaúcho passou seis meses no país. Nomeado embaixador do turismo brasileiro pelo governo federal, o ex-jogador teve seu caso acompanhado pelo Itamaraty. Os pedidos de acessos às mensagens diplomáticas sobre o Ronaldinho e seu irmão Assis foram negados e colocados sob sigilo.

Médico no Egito

Assim como no caso de Ronaldinho Gaúcho, o médico Victor Sorrentino, detido no Egito pela acusação de assédio em 2021, recebeu assistência do Itamaraty no período. Os documentos diplomáticos estão sob sigilo e não podem ser acessados via Lei do Acesso à Informação (LAI).

Carteira de vacinação

Em janeiro de 2021, o governo impôs sigilo de 100 anos para o cartão de vacinação de Bolsonaro. Segundo a assessoria da presidência, os dados “dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem” do presidente.

Acesso dos filhos de Bolsonaro ao Planalto

O governo Bolsonaro também determinou o sigilo de 100 anos sobre informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome dos filhos Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Processo sobre Pazuello

O governo federal colocou sigilo de 100 anos no processo interno do Exército contra o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, pela participação dele em um ato político ao lado de Bolsonaro, em maio de 2021. Ele foi investigado por infringir o Regimento Disciplinar do Exército, de 2002.

Ação em favor de Flávio Bolsonaro

A Receita Federal impôs um sigilo de 100 anos no processo conhecido por “rachadinhas” do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O órgão afirma que os documentos possuem informações pessoais, com acesso restrito a agentes públicos e aos envolvidos no processo.

Documentos da Covaxin

Os contratos da aquisição da vacina indiana Covaxin foram colocados sob sigilo de 100 anos pelo Ministério da Saúde. O acordo, assinado em fevereiro de 2021 ao custo de R$ 1,6 bilhão, foi investigado pelo CPI da Covid, que conseguiu derrubar a restrição de acesso.

Matéria públicada no extra.globo.com. Para acessar clique aqui

Saiba em quem vão votar os grandes nomes do esporte brasileiro

Lula e Bolsonaro têm apoio de nomes importantes do esporte brasileiro

Com Lula e Jair Bolsonaro à frente nas pesquisas para presidente, a campanha por votos se acirra nas ruas e nas redes sociais. Atletas e ex-atletas não costumam de maneira geral se posicionar politicamente, mas alguns deles fogem à regra e declararam seu apoio. Veja aqui quem se manifestou defendendo voto no candidato do PT e quem aposta na reeleição do atual presidente em 2022 (excluindo as personalidades do esporte que são candidatos a algum cargo).

Eleitores de Lula (PT)

Raí: o ex-jogador de 57 anos, tetracampeão com a seleção brasileira em 1994, ídolo do São Paulo, publicou nesta segunda-feira uma carta a favor da democracia, em que critica duramente o atual governo. “Faço um apelo aos atletas: não deixe pra depois. Comprometa-se com uma causa em que você realmente acredita. Se manifeste. Defenda a democracia”. Declarou seu voto em Lula com vídeos em suas redes sociais, pedindo o apoio de Ciro Gomes e Simone Tebet.

Juninho Pernambucano: o ex-jogador de 47 anos, ídolo do Vasco, não só declarou seu voto no ex-presidente, como participa da campanha dele. Mês passado, apareceu como VAR (árbitro assistente de vídeo) em um vídeo da propaganda eleitoral, acionado após diálogo entre dois homens acerca da inocência de Lula nas investigações da Operação Lava-Jato. Em junho, comemorou aniversário com bolo e camisa temáticos.

Vanderlei Luxemburgo: o técnico de 70 anos, atualmente sem clube, gravou um vídeo este mês chamando Bolsonaro de sociopata e declarando seu apoio ao ex-presidente nestas eleições. Era pré-candidato do PSB ao Senado por Tocantis, mas teve seu nome rejeitado pelo diretório estadual do partido.

Carol Solberg: a jogadora de volei de praia, de 35 anos, esteve no centro de uma polêmica no esporte quando disse “fora, Bolsonaro” numa entrevista ao vivo depois de conquistar a medalha de bronze do Circuito Nacional, em 2020. Foi denunciada ao STJD, mas absolvida. E continuou se manifestando contra o presidente e declarando voto em Lula. Participou de um vídeo com vários artistas fazendo campanha pelo “Vira voto”.

Eleitores de Bolsonaro (PL)

Nelson Piquet: o tricampeão de Fórmula 1, de 70 anos, é um dos grandes apoiadores de Jair Bolsonaro no esporte. Não só participa de eventos com o presidente, como fez ao dirigir o Rolls Royce presidencial no 7 de setembro do ano passado, em Brasília: ele doou R$ 501 mil reais para sua campanha à reeleição e se tornou seu maior benfeitor pessoa física.

Emerson Fittipaldi: o bicampeão de Fórmula 1 e campeão de Fórmula Indy, de 75 anos, é outra grande apoiador de Bolsonaro, desde a primeira eleição, em 2018. Sempre participa de eventos, grava vídeos e dá entrevistas defendendo o atual governo. Foi candidato ao Senado na Itália e uma de suas promessas era que tentaria mudar a imagem ruim do presidente no país. Mas acabou derrotado.

Marcos: o ex-goleiro, de 49 anos, ídolo do Palmeiras e pentacampeão com a seleção em 2002, é eleitor declarado de Bolsonaro desde 2018 e deixa isso claro em suas postagens no Instagram, rede social em que é bastante ativo. Aproveita o espaço também para criticar o ex-presidente Lula.

Ederson: o ex-jogador, de 36 anos, que se afastou da carreira em 2017, no Flamengo, para tratar um tumor nos testículos, faz campanha aberta para Bolsonaro em suas rede sociais, cheia de vídeos e mensagens em sua defesa, assim como críticas ao ex-presidente Lula.