Saiba por que Roberto Cabrini e Sheherazade foram demitidos do SBT

Roberto Cabrini comandava o Conexão Repórter

Desde 2009 à frente do “Conexão Repórter”, no SBT, Roberto Cabrini foi desligado hoje da emissora de Silvio Santos, de acordo com Flávio Ricco, do R7. Segundo apuração do site “Notícias da TV”, o que pesou para a saída do jornalista foi o alto custo de produção do programa e a falta de um retorno publicitário.

A alta cúpula do SBT se reuniu com Cabrini nesta segunda-feira,21, para a renegociação de seu contrato, mas as partes não chegaram a um acordo e decidiram romper o vínculo.

Roberto Cabrini não foi o único a ser cortado do SBT. A emissora planeja uma demissão de 500 funcionários até o final do ano.

A nova ordem da casa é não manter programas no ar que não tragam retorno financeiro. Afinal, a atual crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus e o alto investimento na compra de direitos de transmissão de campeonatos esportivos, como a Libertadores, causaram um impacto no caixa da emissora.

Rachel Sheherazade também está de saída

Além de Cabrini, a jornalista Rachel Sheherazade também está de saída do SBT. Apresentadora titular do “SBT Brasil” há anos, a âncora foi dispensada e deve ficar na emissora até o final do mês de outubro.

A passagem de quase uma década de Rachel Sheherazade pelo SBT foi marcada por declarações polêmicas, muitas delas ligadas à direita bolsonarista. Segundo a jornalista, ironicamente, foi o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, que pediu para que Silvio Santos a demitisse.

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Desocupados no Brasil chegam a 13 milhões, aponta dados do IBGE

contingente de pessoas fora da força de trabalho chegou a 75,2 milhões de pessoas em agosto

Até agosto, 17,9 milhões de pessoas (8,5% da população) haviam feito algum teste para saber se estavam infectadas pelo coronavírus (até julho esse número estava em 13,3 milhões de pessoas, ou 6,3% da população). Dentre essas pessoas, 21,6% (ou 3,9 milhões de pessoas) testaram positivo.

população desocupada, que era de 10,1 milhões no começo da pesquisa, passou para 12,3 milhões em julho e, agora, 12,9 milhões de pessoas (aumento de 5,5% no mês e de 27,6% desde o início da pesquisa).

força de trabalho subiu de 93,7 milhões em julho para 95,1 milhões em agosto (aumento de 1,4% em relação a julho).

contingente de pessoas fora da força de trabalho passou de 76,5 milhões em julho e 75,2 milhões de pessoas em agosto, o que corresponde a uma redução de 1,6% em relação ao mês anterior.

Entre as Unidades da Federação, o Acre apresentou a maior proporção de pessoas ocupadas afastada do trabalho que tinha devido ao distanciamento social, 12,4%. Com exceção do Acre, Amapá e Rondônia, todas as Unidades da Federação registraram quedas no percentual de pessoas ocupadas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social em agosto, frente a julho.

Entre os 6,7 milhões de ocupados que estavam afastados do trabalho que tinham na semana de referência no Brasil, aproximadamente 1,6 milhão de pessoas (23,7%) estavam sem a remuneração do trabalho.

Um reflexo do avanço no processo de retomada gradual das atividades foi o segundo aumento consecutivo, tanto no âmbito nacional quanto em todas as Grandes Regiões, do número de horas efetivamente trabalhadas. O número médio de horas habituais foi de 40,1 horas por semana e as que de fato foram trabalhadas na semana de referência foi, em média, de 34,1 horas.

Norte e Nordeste apresentaram as maiores proporções de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial. Da Região Norte, três estados estão entre os cinco primeiros com maior percentual: Amapá (71,4%); Maranhão (65,5%); Pará (64,5%); Alagoas (63,5%) e Amazonas (61,9%).

Autor da morte de jornalista da Globo é encontrado morto

Elias Maluco foi condenado pela morte do jornalista da Globo Tim Lopes

O traficante Elias Pereira da Silva, conhecido como Elias Maluco, se recusou a ser atendido por seus advogados na tarde desta terça-feira no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O criminoso foi encontrado morto em sua cela na unidade de segurança máxima. A informação foi confirmada pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) por volta das 18h.

De acordo com a advogada Lucéia Macedo, ela e um colega chegaram ao presídio por volta das 16h para atenderem Elias. Na unidade, receberam a informação de que ele havia se recusado a ser atendido. Os advogados pediram que os agentes penitenciários insistissem com o detento, mas não conseguiram ter acesso ao traficante.

“Apenas quando chegamos na cidade Cascavel, voltando de Catanduvas, vimos uma notícia de que ele havia morrido. As informações extraoficiais são de que ele teria cometido suicídio, mas não temos confirmação. Estranhei demais a postura dele de recusar atendimento. Eu o defendia há dois anos e isso nunca havia acontecido”, afirma Lucéia.

Em nota, o Depen, responsável pela administração dos presídios federais, informou que o local foi preservado até a chegada da Polícia Federal, que foi acionada para realização da perícia. O comunicado não esclarece se os indícios são de morte violenta, natural ou suicídio. Ainda de acordo com o departamento, a família de Elias foi comunicada pelo serviço social da unidade.

MORTE DE TIM LOPES

Condenado pela morte do jornalista Tim Lopes, Elias Maluco estava em presídio federal de segurança máxima desde 2007, quando foi enviado o primeiro grupo de presos do Rio, integrantes da maior facção criminosa do estado, para Catanduvas. Desde então, ele passou por outras unidades, como a de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Em 2017, ele retornou para o presídio no Paraná.

Elias Maluco é o segundo preso do Rio encontrado morto em presídio federais nos últimos cinco meses. Em abril, Paulo Rogério de Souza Paz, conhecido como Mica, foi encontrado morto em uma cela na penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde cumpria pena. A suspeita é de que Mica tenha se suicidado com um lençol em sua cela.

Filha de desembargador provoca acidente e flagrada com cocaína

Celeste Maia, socialite paraibana e filha de desembargador causou acidente de trânsito

Na noite do último domingo (13), um carro de luxo em alta velocidade invadiu uma ciclofaixa na cidade de João Pessoa (PB). Uma ciclista precisou pular da bicicleta para evitar o atropelamento e o marido dela caiu da bicicleta com o susto. A motorista é Celeste Maia, socialite paraibana e filha do desembargador Paulo Maia.

A mulher não prestou socorro e continuou em alta velocidade pela rua da orla da cidade. Alguns quilômetros à frente, ela perdeu o controle do carro e provocou um outro acidente.

O automóvel que a socialite dirigia, avaliado em R$ 300 mil, estava com a documentação atrasada. Celeste Maia também estava com a CNH vencida.

Ao ser presa, Celeste Maia se recusou a fazer o exame do bafômetro. No carro da socialite, a polícia informou que foi encontrada uma quantidade de cocaína. A ciclista que pulou da bicicleta apresentou ferimentos leves.

Levada para o presídio feminino Júlia Maranhão, Celeste Maia resistiu a entrar na cela, recusou o café da manhã e o almoço oferecidos na penitenciária e disse que ali não era lugar para ela estar. As informações são da imprensa local.

FIANÇA DE R$ 5,2 MIL

A socialite passou menos de 24 horas presa e foi solta sob fiança de R$ 5,2 mil pelo juiz André Ricardo de Carvalho Costa. Na decisão, o magistrado confirmou que Celeste Maia estava sob efeito de álcool e pontuou que uma pequena quantidade de cocaína foi encontrada no carro dela. A proibição de consumo de drogas ilícitas foi incluída nas medidas cautelares apresentadas na autorização de soltura.

“Consta que ela apresentava claros sinais de embriaguez, tais como sonolência, desordem nas vestes, odor etílico e dispersão. Consta também que a autuada estava com a habilitação suspensa e o veículo com licenciamento atrasado. Ainda, foi encontrada, na bolsa da autuada papelotes semelhantes a cocaína, tendo ela se negado a realização do exame de alcoolemia”, aponta André Ricardo.

Queridinha da internet é processada por racismo, mas nega

Cantora Luísa Sonza é processada por racismo, mas nega a acusação

Luísa Sonza está sendo processada por ato de racismo, e rebateu as acusações em seu perfil no Twitter, na quinta-feira, 17. Segundo a advogada Isabel Macedo de Jesus, a cantora cometeu o crime, em setembro de 2018, durante um festival gastronômico em Fernando de Noronha, na Pousada Zé Maria. A informação foi obtida primeiro pelo Canal em off.

De acordo com o processo, Luísa Sonza teria agredido a advogada com um tapa e ordenado que ela lhe servisse água. Porém, Isabel não era funcionária do estabelecimento. O processo está no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, na 19ª vara cível, e a autora pede uma indenização por danos morais tanto de Luísa Sonza quanto da Pousada.

“Ocorre que, durante o festival, houve uma apresentação musical da Primeira Ré (Luísa Sonza), estando a a autora (Isabel) em uma mesa próxima ao palco onde a artista se apresentava. Todavia, ao passar pela cantora, enquanto se dirigia ao banheiro, a Autora foi agredida com um tapa no braço pela Primeira Ré e ordenada em tom ríspido a providenciar um copo d’água”, afirma trecho do processo.

De acordo com o texto do processo, “sem entender o que estava acontecendo, a Autora ainda pediu que a Primeira Ré repetisse, pois não havia compreendido a abordagem. Foi quando a artista, novamente, no mesmo tom ríspido, ordenou que a Audora buscasse um copo de água, pois ela estava com sede. Estarrecida, a Autora ainda se deu o trabalho de lhe explicar que era uma cliente do estabelecimento e não funcionária do local, como se não fosse crível que uma mulher negra pudesse estar naquele restaurante na qualidade de cliente”.

Todos os funcionários da pousada estariam uniformizados e por isso, Isabel, voltou a questionar Luísa Sonza, segundo a acusação de racismo.

“Ao ser indagada por qual motivo acreditou que a autora fosse funcionária do local, uma vez que todos os funcionários estavam uniformizados, a Primeira Ré (Luísa Sonza) se esquivou, não deixando dúvidas que sabia que havia feito um julgamento preconceituoso em razão dos traços raciais da Autora”. Luísa Sonza teria ficado surpresa que Isabel não era funcionária do local.

Pelo Twitter, a cantora se defendeu das acusações. “Gente, tudo isso é MENTIRA! Não acreditem nisso! Eu jamais teria esse tipo de atitude. Vocês me conhecem bem, sabem qual é meu caráter, minha índole. Eu jamais ofenderia outra pessoa por conta da cor de sua pele. Jamais! Essa acusação é absurda, escreveu.

ASSESSORIA DA CANTORA NEGA

A assessoria de imprensa de Luísa Sonza emitiu uma nota e afirmou que as afirmações são falsas. “A assessoria jurídica da artista Luísa Sonza, através do seu advogado José Estavam Macedo Lima, vem a público informar que tomou conhecimento do referido processo pela mídia.

Que a cantora até a presente data não foi citada de nenhuma ação que venha a lhe imputar o fato que está sendo noticiado. Que as acusações são falsas, inverídicas e vêm em um momento oportunista em razão do crescimento exponencial da carreira da artista. Informa, ainda, que nunca ofendeu ou discriminou qualquer pessoa.

Causa estranheza as acusações de racismo, pois até a presente data a artista não recebeu qualquer notificação das autoridades policiais sobre a suposta investigação. Todas as medidas administrativas e judiciais serão adotados para proteger a honra e a intimidade da artista”.

FONTE: Catraca Livre