Homem tosse em restaurante e acaba sendo agredido

Homem tosse após se engasgar e é agredido

Um homem foi agredido em um restaurante de Curitiba, no Paraná, depois de ter crise de tosse na noite da última quarta-feira, 9. Um cliente que estava no local partiu para cima da vítima desferindo chutes e socos, o acusando de estar contaminado com coronavírus.

A vítima registrou um boletim de ocorrência e deve realizar um exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

O ataque foi gravado por câmeras de segurança do local, e a polícia vai analisá-las para tentar identificar o agressor.

Segundo uma reportagem da rede de televisão RPC, afiliada da Globo, a vítima estava com a esposa e respeitava todos os protocolos de segurança. A crise de tosse aconteceu por conta de um engasgo.

Ainda de acordo com a vítima, o agressor alegava que seus familiares estavam internados e que alguém doente estar ali era uma falta de respeito.

 

Jovens agridem morador de rua e filmam toda a brutalidade

Trecho do vídeo onde os jovens agride morador de rua

A Polícia Civil do Rio de Janeiro já identificou os cinco jovens que agrediram um morador de rua com socos e pontapés na manhã do último domingo, 6, em Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense.

O crime ocorreu quando o grupo voltava de um evento e encontrou o morador de rua dormindo. As informações são do UOL.

Todo o ato de violência foi gravado por um dos integrantes do grupo. No vídeo, é possível ver o morador de rua deitado em um colchão quando um rapaz chuta sua cabeça. Depois, o homem leva vários chutes e socos. Um dos agressores ainda debocha da vítima.

Segundo o UOL, dois adolescentes que participaram das agressões foram expulsos de uma academia de artes marciais da região.

“Fui para ver se encontrava o rapaz que foi agredido, para saber se ele precisava de alguma ajuda, um auxílio, porque eu, assim como diversas pessoas, fiquei indignado com a agressão”, disse o proprietário da academia ao UOL.

 

Facções migram de grandes centros para cidades menores

Arsenal dos criminosos geralmente é grande poder destrutivo e intimida

Um grupo fortemente armado ataca uma agência bancária. Usa explosivos, faz reféns, bloqueia ruas com veículos incendiados e protagoniza um tiroteio durante a madrugada. As cenas que aterrorizaram os moradores de Criciúma (SC) nesta semana, e depois se repetiram em Cametá (PA) e Belford Roxo (RJ), não são inéditas no Brasil. Um caso como o do maior roubo da história de Santa Catarina chama a atenção por se tratar de um crime que ocorreu em uma cidade de médio porte, situada em uma região onde roubos com tamanho poder de fogo não são comuns. A migração desses crimes dos grandes centros para cidades menores parece ser uma realidade que já vem se consolidando há algum tempo, mas os especialistas consultados pelo Jornal da USP divergem no que diz respeito à capacidade das forças de segurança pública em preveni-los.

“Esse caso de Santa Catarina é de organização de facções criminosas a partir de São Paulo, não tenha dúvida”, diz o cientista político Leandro Piquet, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP e coordenador da Rede Interamericana de Desenvolvimento e Profissionalização Policial. Ele lembra que a tradição do estado nessa modalidade de crime também foi vista no assalto ao Banco Central, em Fortaleza, em 2005. O crime, com características tão “cinematográficas” quanto o caso recente de Criciúma, chegou mesmo a virar um filme.

“O grande centro de propagação de organizações criminosas mais preparadas, mais capazes de coordenar esse tipo de roubo, está em São Paulo. Como foi naquele assalto monstruoso, em que o PCC invadiu uma transportadora de valores em Ciudad del Este e detonou tudo”, afirma Piquet, sobre o roubo ocorrido na cidade fronteiriça em 2017, em que foram levados cerca de US$ 40 milhões. Segundo o professor, a Polícia Federal brasileira foi chamada pelo Paraguai para ajudar nas investigações.

Vale lembrar que, antes da madrugada de terror em Criciúma, outros crimes semelhantes foram registrados neste ano em cidades do interior de São Paulo, como Botucatu e Ourinhos. Uma semana antes do crime em Santa Catarina, no dia 24 de novembro, um grupo roubou uma agência do Banco do Brasil e outra da Caixa Econômica Federal em Araraquara. Os suspeitos fugiram deixando explosivos para trás e levaram R$ 2,5 milhões em dinheiro e um valor equivalente em joias. Dias depois, em 30 de novembro, criminosos usaram explosivos em caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco no município de Gavião Peixoto, próximo a Araraquara.

“Para cometer uma ação como essa, você precisa de muita organização, muito planejamento. O uso de armas privativo das Forças Armadas e um arsenal desse volume não ter sido rastreado é realmente muito preocupante”, diz a socióloga Jacqueline Sinhoretto, professora da universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coordenadora do Grupo de Estudo sobre Violência e Gestão de Conflitos (Gevac). “Indica falhas ou até mesmo cooperação por parte de agentes das forças que deveriam estar fazendo o seu trabalho. A gente não pode afirmar que exista isso, mas essa hipótese não pode ser descartada nas investigações”, completa.

Jacqueline avalia que a flexibilização do controle de armas e munições defendida e colocada em prática pelo governo do presidente Jair Bolsonaro traz como efeito colateral a maior disponibilidade de armamentos que podem, eventualmente, cair nas mãos de criminosos.

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Idosa aplica golpe milionário e vai torrar grana em bingo

Maria do Amparo passava a imagem de ser uma mulher rica

A ex-governanta Maria do Amparo Correia, de 60 anos, passava a imagem de ser uma mulher rica e bem-sucedida. Nos bingos clandestinos da Zona Sul em que frequentava, ela já chegou a gastar mais de R$ 100 mil em uma só noite de apostas. Na sexta-feira,4, a “sorte” de Maria do Amparo mudou.

Policiais Civis da 76ª DP (Niterói), por meio da Delegacia de Proteção a Terceira Idade (DEAPTI), a prenderam em um sítio da Zona Rural de Magé, na Baixada Fluminense, por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Maria do Amparo, que estava foragida há três anos, é acusada de ter desviado mais de R$ 2 milhões de uma idosa de 85 anos de idade, para quem trabalhou por cerca de 15 anos em uma cobertura do bairro de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

As investigações que fazem parte da Operação Vetus — iniciativa do Ministério da Justiça para combater crimes contra idosos — começaram em 2012 pela Delegacia Fazendária (Delfaz) após a apreensão de um cheque de R$ 10 mil em nome da idosa, durante a interdição de um bingo clandestino na Zona Sul carioca.

A partir daí, os agentes descobriram que Maria do Amparo, que era procuradora e administrava as finanças, movimentações bancárias e aplicações financeiras da vítima, era frequentadora assídua de bingos clandestinos e aproveitava a relação de confiança e amizade que mantinha com a idosa para desviar os recursos, emitir cheques, fazer transferências bancárias e resgates de aplicações financeiras em proveito próprio.

Segundo testemunhas, Maria do Amparo se passava por uma pessoa muito rica e bem-sucedida, e chegou a perder mais de R$ 100 mil em uma só noite em apostas em um bingo clandestino.

Com o dinheiro desviado da vítima, a ex-governanta também investiu R$ 250 mil na montagem de um restaurante na cidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em sociedade com seu amante que conheceu trabalhando em um bingo. Além disso, ela presenteou o amante com carro de luxo e se submeteu a vários procedimentos estéticos.

Maria do Amparo foi encaminhada ao sistema penitenciário, onde permanecerá presa e ficará à disposição da justiça.

Fonte: Jornal extra, acesse clicando aqui

Vem aí mais mudanças nas pesquisas eleitorais para equilibrar o jogo

Se aprovada novas regras sobre pesquisas podem valer na próxima eleição

Em pronunciamento nesta quinta-feira (3), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) anunciou a apresentação de um projeto de lei para proibir a realização de pesquisas eleitoras até um mês antes do pleito. O objetivo é impedir que os institutos de pesquisa influenciem o eleitorado, como o parlamentar considera que aconteceu na escolha do prefeito de Fortaleza.

“Porque a diferença foi de 22% do candidato do poder econômico, do candidato que estava com o poder político para o que tentava a alternância de poder, 22% a diferença na véspera da eleição. Quando totalizaram os votos, no dia seguinte, no mesmo horário, 24 horas depois, 3% foi a diferença” — afirmou.

Para Girão, trata-se de uma “manipulação escandalosa”, que teria influenciado no resultado das eleições. No seu entendimento, há eleitores que só se decidem na última hora e votam em quem acham que vai ganhar. O senador disse que isso já teria ocorrido nas eleições de 2018, inclusive contra ele próprio. E é por isso que decidiu evitar o que qualifica de fake news sobre as intenções de votos

Fonte: Agência Senado