Você não vai acreditar como está ator da novela “A Viagem”

Felipe Martins durante participação na novela A Viagem

Felipe atualmente com 60 anos vive em um sítio

Felipe Martins fez dezenas de novelas na Globo nos anos 1980/1990. Mas uma delas marcou sua carreira. Como Tato de “A viagem”, filho do protagonista vivido por Antonio Fagundes, ele teve a oportunidade de ficar conhecido por várias gerações por conta das muitas reprises da novela de Ivani Ribeiro.

Hoje, aos 60 anos, o ator mora num sítio, mais afastado, em Teresópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro. “Tenho cuidado dos meus cães, tentando refazer a minha horta, estamos com uma turma (teatro) de 18 alunos somente aos domingos desde outubro e ensaiando para quando for possível apresentar, usamos máscaras e mantemos o distanciamento, tudo com a autorização da prefeitura, é um trabalho diferente mas muito produtivo”, enumera.

Sobre “A viagem”, Felipe diz que tem um carinho especial pela trama. “Eu amei ter feito a novela. Até porque, pra mim, foi um desafio e uma honra trabalhar com o Fagundes e com os outros atores e atrizes da novela. Eu acho maravilhoso essa questão do espiritismo que a novela abordou, eu acho realmente uma religião muito inteligente. Eu tenho todas as religiões, eu respeito muito o que as pessoas acreditam e acredito muito em que nós possamos vencer”, analisa.

Felipe diz que atualmente assiste pouco às novelas e fala do passado. “Eu respeito muito o passado porque é ele quem nos ensina, não sou nostálgico, claro que eu tenho saudades, mas não são saudades doentias, isto é, ‘ai meu Deus, eu quero voltar naquele tempo’, não… É bola pra frente, mas aprendendo com o passado”, afirma.

Morando há dez anos em Teresópolis, o ator está solteiro. “Não estou namorando, estou tranquilo, sem problemas com isso, nenhuma ansiedade e espero que esse período passe logo para que as pessoas possam interagir novamente, porque eu tenho visto muitas pessoas desejando encontrar com as outras e elas não estão conseguindo, espero que isso passe rápido”, observa ele, que teve diverticulite há alguns anos e passou a cuidar mais da saúde: “Eu tive um problema sim, diverticulite, que é um problema no intestino, mas que está sob controle atualmente. E também sou sonâmbulo, mas não tenho tido eventos de sonambulismo ultimamente, isso também está sob controle”, relata ele, em entrevista ao “Gay Blog”.

Quem de fato pagou pela compra da vacina chinesa CoronaVac

Vacina chinesa foi uma aposta do governo de São Paulo, por meio do Instituto Butantan

No domingo (17/1), quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou dois imunizantes em caráter emergencial e o governo de São Paulo deu início à vacinação, o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, e Doria trocaram acusações sobre o crédito da CoronaVac, desenvolvida por cientistas do Instituto Butantan com a empresa chinesa Sinovac.

Nas suas entrevistas coletivas de domingo, as autoridades abordaram dois aspectos distintos sobre o financiamento das vacinas. Em primeiro lugar, de onde veio o dinheiro para financiar a pesquisa que levou à CoronaVac. Em segundo, existe a questão de quem vai comprar a vacina — recompensando o esforço pela criação do imunizante.

Sobre a primeira questão, a vacina foi desenvolvida com recursos da empresa chinesa Sinovac e do Instituto Butantan — cujo orçamento está ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

O governo federal investiu seus recursos para auxiliar nas fases de teste de outro imunizante, o da Oxford-AstraZeneca, por intermédio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. A Fiocruz também será responsável por produzir a vacina de Oxford no Brasil.

Governo e a intenção de investimentos

Existe a perspectiva de um investimento de R$ 63,2 milhões a ser feito pelo Ministério da Saúde no Butantan. Um convênio foi assinado entre as duas partes e, em nota à BBC News Brasil, o ministério da Saúde falou que os recursos estão empenhados para “aquisição dos equipamentos para o centro de produção multipropósito de vacinas”.

Esse convênio, no entanto, foi assinado apenas no dia 24 de dezembro do ano passado, quando a CoronaVac já estava em estado avançado de desenvolvimento.

Na sua coletiva de domingo, o ministro Pazuello anunciou esse investimento como se ele já tivesse sido feito.

“Fomos nós que fizemos o desenvolvimento do parque fabril do Butantan para fazer a vacina. Fizemos um contrato de convênio de mais R$ 80 milhões. Isso em outubro. Você sabia disso? Pois é”, disse o ministro na entrevista coletiva.

Houve, de fato, reuniões entre o Ministério da Saúde e a Fundação Butantan no dia 20 de outubro para a negociação do convênio. E na época Pazuello chegou a anunciar o investimento. Pazuello também anunciou a intenção de comprar 46 milhões de doses da CoronaVac.

Pazuello desautorizado por Bolsonaro

Mas o ministro foi desautorizado horas depois pelo presidente Jair Bolsonaro. A notícia sobre o anúncio foi retirada do site do governo.

Em seguida, o secretário-executivo de Saúde, Elcio Franco, convocou outra coletiva para ler uma nota de esclarecimento do Ministério da Saúde na qual tratava o investimento apenas como “intenção”.

“Não houve qualquer compromisso com o governo do Estado de São Paulo ou o seu governador no sentido de aquisição de vacinas contra covid-19. Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan em caráter vinculante por se tratar de um grande parceiro do ministério da Saúde na produção de vacinas para o Programa Nacional de Imunização (PNI).” Diz o Ministério.

O vídeo com essa nota de esclarecimento foi publicado por Jair Bolsonaro no Facebook, com o presidente destacando no título uma frase do pronunciamento: “não há intenção de comprar a vacina chinesa”.

Na sua fala de domingo, o governador João Doria fala que “não há um centavo, até agora, do governo federal, para a vacina — nem para o estudo, nem para a compra, nem para a pesquisa”.

A informação de que o governo federal ainda não pagou pelas vacinas coincide com o que disse o Ministério da Saúde em nota à BBC News Brasil. No entanto, o governador de São Paulo omitiu na sua declaração que o governo federal é cliente das doses produzidas pelo Instituto Butantan.

Fora do âmbito politizado do primeiro escalão, as entidades de pesquisa e desenvolvimento de vacinas mantém boas relações.

Procuradora de Justiça aceita afastamento de deputada federal

Flordelis é suspeita de ter mandado matar o marido e pastor Anderson do Carmo

A Procuradoria de Justiça deu parecer favorável para que a deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) seja afastada de seu cargo de parlamentar enquanto durar a primeira fase do processo criminal no qual ela é acusada de ser mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo. No documento, a procuradora Maria Christina Pasquinelli Bacha de Almeida argumenta que mesmo o crime não tendo ligação com o mandato, o cargo de Flordelis poderia “dar ensejo à ingerência na produção de provas” afetando o andamento do processo.

O parecer foi dado pela procuradora no início do mês passado, em um recurso no Tribunal de Justiça. O promotor Carlos Gustavo Coelho de Andrade recorreu ao TJ após a juiza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, ter negado seu pedido para afastar Flordelis de suas funções. A solicitação foi feita pelo promotor no processo criminal respondido pela deputada.

Agora, a decisão caberá aos desembargadores da 2ª Câmara Criminal. Na última semana, o desembargador Celso Ferreira Filho, relator no processo em 2ª instância, determinou que seja colocado em pauta o julgamento do recurso. O advogado Angelo Máximo, assistente de acusação no processo criminal, fará sustentação oral na sessão, que ainda não foi marcada.

No recurso, o pedido do promotor Carlos Gustavo é para que Flordelis seja afastada de suas funções públicas até o fim da primeira fase do processo respondido por ela, ou seja, ao término das audiências nas quais são ouvidas testemunhas de acusação e defesa, além dos réus. O requerimento do MP é para que o afastamento seja limitado ao prazo máximo de um ano. O promotor também solicitou que, após decisão judicial, o afastamento seja submetidoà aprovação pelo plenário da Câmara dos Deputados.

A defesa da parlamentar se manifestou no processo para que seja mantida a decisão da juíza Nearis dos Santos. Já a procuradoria concordou com o pedido do promotor. Em seu parecer, a procuradora Maria Christina Pasquinelli Bacha de Almeida ainda citou a possibilidade de intimidação de testemunhas, o que já foi denunciado ao longo do processo.

“Não se pode esquecer, por outro lado, que dada a função exercida pela recorrida, e considerando a rede de relacionamentos travados durante o cumprimento de seu mandato, tem ela meios e modos de acessar informações e sistemas, abrindo-se-lhe um leque de oportunidades para descobrir paradeiros, moradias e locais de trabalho de testemunhas arroladas no processo”, escreveu a procuradora.

Aprovação pela Câmara dos Deputados

O EXTRA consultou dois especialistas em Direito Constitucional sobre o pedido na Justiça para afastamento de Flordelis do cargo de deputada. Ambos afirmaram que mesmo que o Tribunal de Justiça concorde com o requerimento do Ministério Público, será necessário que o afastamento seja submetido também ao plenário da Câmara dos Deputados.

– (Os desembargadores) podem dar a decisão, mas a eficácia fica condicionada à autorização da Câmara dos Deputados. O STF já decidiu que medidas cautelares que interfiram no exercício do mandato de parlamentar depende de autorização legislativa – opina Daniel Sarmento, professor de Direito Constitucional da UERJ.

Fonte: Extra.globo.com

Sargento prende coronel por suspeita de dirigir embriagado

Policial teria agido durante uma abordagem de rotina ao notar algo estranho com o motorista

Um sargento da Polícia Militar prendeu um tenente-coronel da corporação por suspeita de embriaguez ao volante. O caso foi registrado e é apurado pela corregedoria da PMDF. O flagrante ocorreu na noite da última sexta-feira (15), em Planaltina, no Distrito Federal. De acordo com a ocorrência registrada pela PM, o sargento participava de uma abordagem de rotina quando notou um motorista que estaria sob aparente influência de álcool.

O nome dele não será informado, neste primeiro momento, pelo fato de o caso ainda estar em apuração. O condutor teria desobedecido a ordem de parada, se negado a apresentar documentação, desacatado a equipe, ameaçaçado os demais policiais e se recusado a fazer o teste do bafômetro.

O sargento solicitou reforço policial. Quando as equipes chegaram ao local, o tenente-coronel afirmou que havia sido preso pelo sargento. O supervisor de dia também foi acionado e conduziu o comandante em sua viatura para a Divisão de Correição (DCC) da corporação.

Por meio de nota, a PMDF informou que a questão da embriaguez ao volante está sendo apurada e definiu o fato como um “desentendimento”.

FONTE: Metrópole ou clique aqui

Carteira perdida cheia de dinheiro é devolvida com tudo ao dono

Recado deixafo em cartão de loteria

Para João Gomes, de 69 anos, a humanidade ainda tem esperança. Depois do que lhe aconteceu no início desta semana, ele reforçou sua crença na honestidade das pessoas e agora quer compartilhar com todos sua experiência. Tendo perdido sua carteira — com o valor do aluguel e das despesas de casa — na sexta-feira, dia 8, suas expectativas de encontrá-la não eram muito altas, mas ele não descansou até conseguir reavê-la, sendo surpreendido por um bilhete escrito num papel de loteria que dizia: “João, achei sua carteira com R$ 1,8 mil, devolvi no caixa 01 com tudo”.

Morador de Guadalupe, na Zona Norte do Rio, João contou que no dia 8 pegou um ônis para a Região dos Lagos a partir do terminal rodoviário de Niterói, na Região Metropolitana, onde passou numa lotéria antes de embarcar. Foi ali onde, sem perceber, deixou cair sua carteira com documentos e a quantia.

Somente após chegar a seu destino, em Saquarema, depois de fazer uma parada em Araruama, João deu falta da carteira e, inicialmente, conta que pensou tê-la perdido no coletivo. Por isso, relatou ter começado sua busca pela empresa de ônibus.

“Fiz contato com a empresa de onibus, a rodoviária, e esperei — disse ele. — Na segunda de manhã (dia 11), acordei bem cedo, fui no guichê da 1001 e não tive resultado. Tive que ir para Araruama, na garagem, não consegui”, relatou.

Ao retornar para o Rio na terça-feira, dia 12, João decidiu refazer seus passos e foi até a lotéria no terminal de ônibus de Niterói para perguntar sobre a carteira perdida. Uma atendente então lhe respondeu, conforme ele narrou, que o item tinha, sim, sido deixado lá por uma pessoa que o havia encontrado.

“A moça tinha me dito que era um rapaz novo que devolveu lá. Ele não se identificou”, contou.

João, servidor público e fotógrafo, agora é só elogios e visa a compartilhar o máximo sua história.

“Foi uma atitude muito elegante. Eu queria agradecer a ele. Nem tudo está perdido. Isso é até um exemplo pra gente, entendeu? Comunicamos numa rede social para as pessoas saberem disso”, destacou.

Quanto à ida à Saquarema, apesar da falta dos documentos e dinheiro, João garantiu ter ficado bem, pois já tinha um lugar para ficar e não precisou naquele momento do conteúdo perdido.