Nem precisa soprar. O novo bafômetro pega bêbado pela fala

Polícia Rodoviária de oito estados já vem utilizando a nova tecnologia

Alguns estados brasileiros já estão utilizando os bafômetros passivos, que detectam a presença de álcool sem que seja preciso assoprar em um bocal. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) comemora a agilidade que o aparelho proporciona, uma vez que o motorista nem precisa descer do carro. A sensibilidade do dispositivo permite detectar a presença etílica a uma pequena distância, mas suficiente para dispensar o aparelho convencional em um primeiro momento.

A novidade também traz economia ao erário público, já que um bocal custa algo por volta de R$ 2 a unidade. Entretanto, o bafômetro passivo detecta apenas a presença de álcool, sem indicar a quantidade. Em uma blitz da Lei Seca, quem não tiver sido detectado pelo bafômetro passivo, poderá ir embora mais rápido e serão R$ 2 a menos para os recursos públicos, sem desperdício. Caso o aparelho passivo aponte presença de álcool, faz-se o exame com o bafômetro convencional.

Quem se recusa a fazer o exame de bafômetro já conhecido, se tiver bebido, poderá ter a embriaguez comprovada pelo etilômetro passivo mesmo quase à revelia, pois não depende do sopro diretamente no bocal. Basta uma conversa pertinho do aparato. alguns se assemelham a um bastão com uma luz na ponta. Se a luz ficar vermelha é porque o condutor está alcoolizado. Se ficar verde, o motorista segue seu caminho.

Segundo uma das companhias que fornece o equipamento passivo no Brasil, a canadense Alcolock, o produto possui um sensor eletroquímico altamente sensível, que não exige nenhum bocal nem a participação ativa do usuário. “Ele é capaz de ‘cheirar’ o ar ambiente para detectar a presença de álcool”, afirma o website da companhia.

E, já que a partir de 2012 as leis de trânsito ficaram mais rígidas, estabelecendo tolerância zero para o teor alcoólico em condutores de veículos, a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será inevitável se o teste der positivo. Mesmo assim há a possibilidade de recorrer contra a punição.

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Saiba pra quem Jô Soares deixou a fortuna de 50 milhões de reais

Um dos maiores humoristas do país, Jô Soares chegou a ganhar o maior salário da Rede Globo

Recentemente, o Brasil se despediu de Jô Soares, um dos maiores apresentadores do país, que faleceu após ficar internado por dias em uma UTI, no Rio de Janeiro. Ao longo de sua carreira, chegou a acumular uma fortuna milionária de aproximadamente R$ 50 milhões, um valor que ficou sem herdeiros, visto que seu único filho, Rafael Soares, morreu aos 50 anos em 2014.

Segundo informações divulgadas, o apresentador fez um testamento, deixando toda a sua herança para os funcionários que cuidaram dele até o fim de sua vida, além de sua ex-esposa, a publicitária Flávia Pedras. Os dois foram casados por 25 anos e, mesmo após o fim, continuaram sendo bons amigos.

Sendo uma grande estrela da TV Globo, Jô Soares chegou a ganhar o maior salário da emissora, cerca de R$ 500 mil. O também escritor possuía uma mansão em Vinhedo, no interior de São Paulo, que segundo a reportagem do portal Metrópoles, é avaliada em R$ 15 milhões.

Samba maranhense conquista o Rio de Janeiro no enredo da Estácio de Sá

Mais uma bela apresentação. O samba maranhense que concorre na disputa de enredo na escola de samba carioca Estácio de Sá está classificado para a quarta eliminatória, em um total de seis.

O grupo de músicos que foi de São Luís para Cidade Maravilhosa defender o samba composto por Gilvan Mocidade, Eulálio Figueiredo, Wallace Godinho e Zé Lopes deu um verdadeiro show, mostrando a qualidade dos bambas maranhenses e conquistou os jurados.

A eliminatória foi realizada na noite desta sexta-feira, 7, na quadra da Estácio de Sá. Paramentados de chapéus e coletes, trajes típicos dos brincantes de bumba-meu-boi eles empolgaram o público que foi assistir a disputa. E claro que não faltou a bandeira do Maranhão. Gilvan Mocidade exibia com orgulho o pavilhão maranhense.

VEJA A COMEMORAÇÃO

Foi uma noite de muita alegria e principalmente de reconhecimento. Gilvan Mocidade, Alisson Ribeiro, Wallace Godinho e Adão Camilo.  Acompanhados por Júlio Cunha (7 cordas), Kelton Gomes (Cavaquinho), e a bateria da Estácio de Sá mostraram que o Maranhão sabe fazer samba de qualidade. E que venha a próxima eliminatória.

 

Um milhão de nomes de usuários e senhas roubados do Facebook

A Meta, empresa que é a controladora do Facebook, informou nesta sexta-feira (dia 7) que vai notificar cerca de um milhão de usuários da rede social que suas credenciais de acesso foram comprometidas devido a falhas de segurança em outros aplicativos baixados em celulares, tablets e computadores nas lojas de app da Apple e da Alphabet (Google).

Segundo a Meta, foram identificados mais de 400 aplicativos maliciosos nos sistemas Android e iOs cujo objetivo era roubar as informações de login (usuário e senha) no Facebook. A empresa disse ainda que informou Apple e Google sobre as falhas para facilitar a remoção destes aplicativos.

A relação dos usuários que tiveram os dados roubados não foi divulgada pela empresa controladora do Facebook. Mas fique atento!!

Tem Maranhão na disputa de enredo da Escola de Samba Estácio de Sá

No Carnaval do ano que vem, a tradicional Escola de Samba do Rio de Janeiro, Estácio de Sá, que disputa o Grupo de Acesso, terá como enredo “São João, São Luís, Maranhão! Acende a fogueira do meu coração”. E na Cidade Maravilhosa está rolando a escolha do Samba enredo. Entre as várias propostas apresentadas de compositores de todo o país, tem um samba feito por maranhenses que vem se destacando.

O samba composto por Gilvan Mocidade, Eulálio Figueiredo, Wallace Godinho e Zé Lopes já foi classificado em duas eliminatórias e agora está indo para a terceira eliminatória. Figuras conhecidas da cena artística maranhense e diferente dos demais concorrentes eles trazem para o enredo sentimentos que só podem ser descritos por quem já sentiu o calor da fogueira, o trupiar dos batalhões, o frenesi das matracas, o ressoar dos metais e o jogo de pé das índias guerreiras. “Vencer será consequência do nosso trabalho. Mas estamos nos entregando de corpo e alma e claro representando a nossa cultura. Apesar de muitas dificuldades estamos apostando neste sonho”, disse Gilvan da Mocidade.

OUÇA O SAMBA

Nesta sexta-feira, 7 de outubro, será realizada a terceira eliminatória e o samba maranhense será o 10º a ser apresentado. Ao todo serão seis eliminatórias. Mas para levar o samba às disputas eles enfrentam muitos desafios, mas com fé em São Marçal, São Pedro e São João e com a ajuda de alguns parceiros como o Grupo Mateus e o Sistema Mirante eles estão em mais uma eliminatória.

Um time de músicos experientes viajou de São Luís para o Rio de Janeiro na busca por mais uma classificação. O samba será cantado por Gilvan Mocidade, Alisson Ribeiro, Wallace Godinho e Adão Camilo. Eles Serão acompanhados por Júlio Cunha (7 cordas), Kelton Gomes (Cavaquinho), e a bateria da Estácio de Sá.

Estácio Berço do Samba

O bairro do Estácio de Sá é indiscutivelmente o berço do samba carioca. Centro da grande “malandragem” do princípio do século, vizinho da Praça Onze e do Mangue (Zona), foi passagem de todos os grandes sambistas que, na época, surgiram no Rio. Não é fruto do acaso o fato de a primeira escola de samba carioca, a “Deixa Falar”, ter nascido no bairro do Estácio. A escola se rendeu aos encantos dos festejos juninos maranhenses.

“Criamos uma homenagem a São Luís, no entanto, o enredo é autoral. Nossa ideia é mesclar o pagão e o religioso através do encontro entre São João e São Luís, que se encontram no céu e decidem vir à Terra na companhia de outros santos, com a missão de abençoar o festejo junino do Maranhão”, explica o carnavalesco Mauro Leite.