Sérgio Moro tem provas contra Jair Bolsonaro

Bolsonaro nega acusações do ex-ministro Sérgio Moro
Foto: Michael Melo/Metrópoles

As acusações de Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro estão respaldadas em provas documentais.
Segundo os jornalistas Andreza Matais e Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo, interlocutores do ex-ministro relataram ao Estado que Moro e Bolsonaro tiveram inúmeras conversas, pessoais e de governo, especialmente pelo WhatsApp, canal usado pelo presidente para dar ordens aos subordinados.

“Essas fontes observaram que Moro tem uma experiência de 22 anos na função de juiz criminal e sabe, como poucos, que não se acusa alguém sem provas concretas. Pelo menos sete crimes que Bolsonaro teria cometido foram apontados pelo ex-ministro no pronunciamento que fez nesta sexta-feira. Moro surpreendeu até sua equipe ao revelar com detalhes que o presidente manifestou interesse em interferir na autonomia da Polícia Federal. Ordens que ele nunca repassou. Bolsonaro nunca teve uma conversa a sós com o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo”, afirmam os jornalistas.
Fonte: Brasil247.com

Apresentadora da Globo anuncia em rede social que está com coronavírus

Carol Barcellos postou em rede social que contraiu o coronavírus

A jornalista e apresentadora Carol Barcellos, da Rede Globo, onde apresenta o Globoesporte e ainda faz participação no quadro de esportes no Bom Dia Brasil, telejornal matinal da emissora, contraiu a covid-19 . A profissional foi afastada imediatamente de seu trabalho na Vênus Platinada.

Por meio de sua página nas redes sociais, aparentando poucas complicações, a jornalista afirmou que vem enfrentando sintomas da Covid-19 há 10 dias.

“Queria agradecer pelas mensagens que chegaram e dizer que estou bem. Tive sintomas dez dias atrás, sintomas leves, por dois dias, mas que me levaram a fazer teste, e o teste para a Covid-19 deu positivo”, afirmou Carol, que está isolada em sua casa no Rio de Janeiro.

Carol Barcellos tem histórico de atleta e há quatro anos pratica corrida, tendo inclusive, participando de uma maratona em Bueno Aires, Argentina, em 2011. Mas a jornalista também é conhecida por encarar grandes desafios como foi participar do quadro No Limite, dentro do Esporte Espetacular.

Ele fez uma grande preparação para participar de uma série de oito programas no Esporte Espetacular em que o esforço físico foi exigido pela corrida e outros esportes, levando o corpo próximo ao limite.

MORTE DE JORNALISTA

Na terça-feira (21), em decorrência da doença, morreu o jornalista Roberto Fernandes, comentarista da TV Mirante, afiliada maranhense da Globo. O profissional de 61 anos estava internado desde o dia 23 de março, com diagnóstico da covid-19. Roberto e era comentarista do Bom Dia Mirante e apresentador de um programa matinal de rádio da Mirante AM.

Ainda no em São Luís, o radialista Rony Moreira faleceu na manhã de quarta-feira (22), A causa da morte ainda não foi revelada, mas ele estava afastado das funções, por conta de um problema de saúde. Atualmente ele trabalhava na Rádio Timbira, mas teve passagem por outras emissoras como a Radio Capital.

Acidente na Litorânea enquanto pessoas nem ligam pro coronavírus

Veículo colidiu e derrubou poste na Litorânea e

Uma parcela da população de São Luís parece não temer a contaminação pelo novo coronavirus, causador da Covid-19. Nem o número de mortes que a cada dia aumenta e a quantidade assustadora de de pessoas sendo infectadas a cada instante são capazes de freiar o ímpeto desta gente que insiste em se aglomerar pondo em risco a saúde de todos.

Uma prova disso é que na tarde desta terça-feira, 21, a Avenida Litorânea parecia que estava vivendo um dia comum de feriado. Muitas pessoas caminhando na calçada, fazendo exercícios físicos. Ciclistas pedalando tranquilamente. Parecem viver em outra realidade.

Muitas pessoas que seguem fazendo exercícios físicos ao ar livre justificam que fazem suas atividades “respeitando a distância de 1,5 metro de outras pessoas”. Porém, um estudo feito por pesquisadores europeus mostra que essa distância pode não ser o suficiente, já que o novo coronavírus pode ser transmitido por até 10 metros durante exercícios.

Próximo à Praça do Pescador muitos carros estacionados. Parecia que os bares estavam abertos. Mas não. Até um acidente foi registrado nesta terça. Um veículo colidiu e botou abaixo um dos postes da iluminação pública que ficam no canteiro central da avenida. Pelas informações de pessoas que transitavam por lá não ouve vítimas só danos materiais.

Fica o alerta: é preciso consciência ou iremos demorar, ainda mais, nesta luta contra o vírus que tem tirado a vida de muitas pessoas em todo mundo.

Três policiais militares morrem com suspeitas de coronavírus

Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio – Divulgação / Polícia Militar

Três PMs morreram por suspeita de infecção pelo novo coronavírus (covid-19) desde a última sexta-feira no Rio. Dois deles estavam internados no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, região central da cidade.
Foi na unidade de saúde, aliás, que a sargento Carla do Nascimento Dias, de 46 anos, morreu na última quarta. A morte da técnica em Enfermagem é a única até então confirmada pela PM como de um militar da corporação com covid-19. Atualmente, a corporação informa que há 34 policiais infectados pela doença. Na quinta, eram 18.
Das últimas três mortes, a mais recente foi do sargento Robson Santana Nascimento, 40, neste domingo. Ele deu entrada no HCPM na segunda-feira da semana passada e, de acordo com a Polícia Militar, a causa de sua morte foi por insuficiência respiratória e pneumonia viral. O agente foi submetido ao teste do coronavírus, mas o resultado ainda não saiu.
O sargento era lotado no 24º BPM (Queimados) e estava na PM há 18 anos. Ele era casado e deixa um filho. O sepultamento de seu corpo será feito às 15h de hoje, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste.
SEGUNDA MORTE
O outro caso de PM morto com suspeita de covid-19 nos últimos dias é do sargento Jorge Luís Lessa, 49, que era lotado no Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE). O militar estava internado no HCPM desde o último dia 10, mas piorou na quinta-feira passada, quando foi transferido para a UTI da unidade.
O sargento faleceu na manhã de sexta, após uma parada cardiorrespiratória. Ele também fez o teste para detectar o novo coronavírus, mas a Polícia Militar ainda aguarda o resultado.
O PM estava na corporação desde 2000, era casado e deixa dois filhos. Ele foi sepultado na própria sexta, no Cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do estado.
TERCEIRA MORTE
O terceiro policial militar morto com suspeita da doença nos últimos dias foi o sargento Jerônimo Rodrigues Gaspar, 48, que morreu na manhã deste domingo, em Saquarema, na Região dos Lagos. O PM passou mal em casa e foi socorrido no Posto de Saúde de Jaconé, onde faleceu.
O sargento estava afastado do trabalho desde o último dia 11, quando foi atendido no HCPM e diagnosticado com suspeita da covid-19. Ele era lotado no BPRv e estava na PM há 21 anos.
O militar deixa esposa e uma filha. Seu sepultamento será feito às 15h de hoje, no Cemitério Jardim.
FONTE: https://meiahora.ig.com.br

O sofrimento de quem desliga os respiradores das vítimas da Covid-19

Milhares de mortes em todo mundo causadas por síndrome respiratória

O acesso a um respirador pode ser a diferença entre a vida e a morte de alguns pacientes mais graves com covid-19.

Os respiradores os ajudam a obter oxigênio para os pulmões e liberar o dióxido de carbono quando já não conseguem fazer isso sozinhos.

Mas quando essas máquinas respiratórias não podem salvá-los, as equipes médicas de todo o mundo enfrentam algumas decisões difíceis quanto à interrupção do tratamento de pacientes.

“Desligar o respirador é um momento muito traumático e doloroso. Às vezes, sinto que sou um pouco responsável pela morte de alguém”, diz Juanita Nittla.

Ela é a enfermeira-chefe da UTI (unidade de terapia intensiva) do hospital Royal Free, em Londres.

Nascida no sul da Índia, Nittla trabalha no NHS (o serviço público de saúde do Reino Unido) há 16 anos, como enfermeira especialista em terapia intensiva.

“O desligamento dos respiradores faz parte do meu trabalho”, disse a enfermeira de 42 anos à BBC durante seu dia de folga.

ÚLTIMO DESEJO

Durante a segunda semana de abril, assim que Nittla entrou no trabalho em seu turno da manhã, o assistente da UTI disse que ela teria que interromper o tratamento para uma paciente com covid-19.

Essa paciente também era enfermeira, na casa dos 50 anos. Nittla falou com a filha da paciente sobre o processo.

“Eu assegurei a ela que sua mãe não estava sofrendo e parecia muito confortável. Também perguntei sobre os desejos e necessidades religiosas de sua mãe.”

Na UTI, os leitos são colocados um ao lado do outro. Sua paciente terminal estava cercada por outros que também estavam inconscientes.

“Ela estava em um compartimento com 8 camas. Todos os pacientes estavam muito doentes. Fechei as cortinas e desliguei os alarmes dos equipamentos. A equipe médica também ficou em silêncio.

“As enfermeiras pararam de falar. A dignidade e o conforto de nossos pacientes é nossa prioridade”, diz Nittla.

Após o pedido da família da paciente, Nittla reproduziu um vídeo de um computador. Então ela desligou o respirador.

“Sentei-me ao lado dela segurando as mãos dela até que ela faleceu.” Contou a enfermeira.

Matéria completa pode ser acessada https://www.bbc.com/portuguese