Deputado federal Gastão Vieira avisa que não morreu

Deputado federal Gastão Vieira foi vítima de fake News

Em tempo em que as pessoas vivem conectadas nas redes sociais existem aquelas que ainda brincam em tripudiar nos momentos mais delicados como o que vivemos agora. O deputado federal maranhense Gastão Viera postou em sua conta no Twitter que foi vítima de fake News onde anunciaram sua morte.

Gastão Vieira, de 74 anos, avisa que esta vivo e em plena atividade e com bastante saúde. Gastão é um político experiente com vários mandatos de deputado estadual e federal, além de ocupar cargos de secretário de estado e também de ministro. Atualmente ocupa uma cadeira na Câmara Federal

Globo registra o primeiro caso de funcionário com coronavírus

Funcionário da Globo testa positivo para o coronavírus

A TV Globo confirmou o primeiro caso de coronavírus entre seus funcionários e colaboradores. A emissora disse que se trata de uma pessoa do Telecine, em São Paulo. A informação é da coluna de Mônica Bergamo.

“Estamos acompanhando de perto e as medidas necessárias já foram tomadas. Para seguirmos reforçando a nossa relação de transparência, novos casos serão sempre divulgados para todos os colaboradores”, diz o texto.

De acordo com o documento, todos os treinamentos presenciais da empresa estão cancelados, assim como viagens nacionais e internacionais, “com exceção dos compromissos imprescindíveis que devem ser aprovados pelo diretor da área”.

A emissora da família Marinho também suspendeu gravação de novelas e o programa de Ana Maria Braga por causa do coronavírus.

BOLSONARO COM CORONAVÍRUS: Casa Branca em alerta, presidente nega

Bolsonaro estava sendo monitorado desde a quinta-feira – Foto: Michael Melo/Metrópoles

WASHINGTON (Reuters) – A Casa Branca está convocando para esta sexta-feira, 13, uma reunião de emergência depois que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que se reuniu com o presidente norte-americano Donald Trump, testou positivo para o coronavírus, informou a Fox Business Network.

A Fox News informou ainda que o teste de Bolsonaro para a Covid-19 deu positivo, mas sem mencionar a fonte da informação. Representantes da Casa Branca não responderam imediatamente a pedidos de comentários sobre a notícia.

O Palácio do Planalto informou também nesta sexta-feira que o exame para detectar a presença do novo coronavírus no presidente Jair Bolsonaro, de 64 anos, deu negativo.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (filho do presidente) também negou hoje a doença. “Sempre há aqueles que soltam mentiras na mídia e caso a história se confirme eles dizem ‘eu falei’, caso contrário será só mais uma fake news para conta”, acrescentou o parlamentar em publicação no Twitter.

JORNALISTA CONFIRMA BOLSONARO COM DOENÇA

O primeiro teste do presidente Jair Bolsonaro para o coronavírus deu positivo, a informação foi revelada pelo colunista Leandro Mazzini, do jornal “O Dia”. O resultado da contraprova será divulgado nesta sexta-feira.

Após as suspeitas iniciais de que o Secretário Especial de Comunicação, Fabio Wanjgarten, contraiu a covid-19, Bolsonaro passou a ser monitorado por médicos desde o retorno dos Estados Unidos, na madrugada de quarta-feira. Depois da confirmação, hoje, de que Wanjgarten está com a doença, o presidente fez o exame.

Wajngarten fez parte da comitiva que foi aos Estados Unidos nos último dias em visita oficial ao presidente norte-americano, Donald Trump.

Toda a equipe que integrou a ida aos Estados Unidos realizou exames e procedimentos médicos para averiguar se houve o contágio da doença. Além dos integrantes, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (sem partido) também fizeram os testes. Segundo o colunista do jornal O Dia, o comandante do avião presidencial que voltou dos EUA também estaria contaminado.

ATENÇÃO: concurso de Altamira do Maranhão é suspenso pelo TCE

Concurso estava programado para ser realizado ainda neste mês

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) decidiu, na sessão do Pleno de quarta-feira (11), emitir medida cautelar suspendendo concurso público que tinha data de realização prevista para este mês de março pela prefeitura de Altamira do Maranhão. A medida atende a representação formulada pelo Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), que apontou irregularidades na contratação realizada entre o município e a empresa Fundação Vale do Piauí – FUNVAPI, com a finalidade de realização do concurso para provimentos de cargos na administração pública municipal.

Em sua Representação, o MPMA aponta a existência de irregularidades em fundamentos como: pesquisa de preços, que não teve suas fontes de consulta ampliadas, visando garantir que os preços pesquisados estivessem compatíveis com os praticados no mercado; ausência de informação do saldo da dotação orçamentária; ausência de comprovante de publicação do aviso do edital na internet; ausência no processo licitatório de justificativas para adoção de excessiva valorização da proposta técnica em detrimento da proposta de preços; ausência no contrato de cláusula que estabeleça critérios de atualização monetária entre a data do adimplemento das obrigações e a do efetivo pagamento; ausência nos autos do comprovante do empenho da despesa.

Diante dos fatos evidenciados pelo Ministério Público do Estado do Maranhão, o relator da matéria, conselheiro Edmar Cutrim, requereu a concessão de medida cautelar nos termos do art. 75 da LOTCE/MA, determinando: a suspensão do concurso público; a aplicação de multa, de sanções ao representado (gestor), a fim de inabilitá-lo a cargo ou função pública a nível Municipal e Estadual; além da determinação de que seja feita fiscalização da Tomada de Preços e do Contrato referentes ao concurso.

O Município de Altamira do Maranhão, bem a Empresa Fundação Vale do Piauí – FUNVAPI, devem se abster de praticar qualquer ato administrativo referente à realização do certame, sob pena de multa por ato praticado no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais) na forma do art. 67, inciso VIII da Lei Orgânica do TCE-MA (Lei nº 8.258/2005), em caso de descumprimento da decisão, até que haja fato novo capaz de mudar os fundamentos desta decisão ou até que o Tribunal de Contas decida sobre o mérito da causa. Ou seja, fica proibida qualquer iniciativa referente ao concurso até a decisão do mérito.

Congresso garante benefícios aos brasileiros mais pobres

Congresso Nacional realizou sessão plenária para votar oito vetos presidenciais

Após cerca de cinco horas de discussão, o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que aumenta o limite da renda familiar para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi derrubado. A derrubada do veto começou pelo Senado, com 45 votos contrários, contra 14 favoráveis. Na Câmara, o veto foi derrubado com 302 votos a 137. A matéria vai à promulgação.

O BPC é um benefício assistencial equivalente a um salário-mínimo, pago a pessoas com deficiência e idosos partir de 65 anos com até um quarto de salário mínimo de renda familiar per capita. A lei aprovada no Congresso e vetada por Bolsonaro alterava exatamente o teto da renda, ampliando o número de pessoas aptas a receberem o benefício. Com a derrubada do veto, portanto, o pagamento será feito a famílias com até meio salário mínimo de renda per capita.

Contrários à derrubada do veto argumentaram que o Brasil passa por uma crise financeira e que o aumento prejudicaria o orçamento para outras áreas. Até o combate ao coronavírus foi citado. “Derrubar esse veto é acabar com recurso de emendas impositivas e, inclusive, com recursos para combater o coronavírus. É um discurso fora da realidade”, disse o deputado Osmar Terra (MDB-RS). Até cerca de um mês atrás, Terra era ministro da Cidadania do governo Bolsonaro e chefiava a pasta responsável pelo pagamento de benefícios como o BPC e o Bolsa Família.

Os parlamentares favoráveis à derrubada do veto consideram injusto o Parlamento querer economizar exatamente na hora de ajudar a população pobre. “Não é possível que o Congresso quede insensível a esse apelo. Quando chega na hora do orçamento para os mais pobres, os que mais precisam, aqueles que têm pessoas com deficiência na família, aí o governo quer tirar”, disse Lídice da Mata (PSB-BA).