Partido Progressista perde disputa no Supremo Tribunal Federal

Ministra Rosa Weber negou pedido do Partido Progressista para adiamento de prazo

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou medida liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6359, em que o partido Progressistas (PP) pede a suspensão por 30 dias do prazo para filiação partidária, ​domicílio eleitoral e desincompatibilização para as eleições de 2020, que termina no último sábado (4). Para a relatora, em análise preliminar, não foi demonstrado que a situação causada pelo combate à pandemia da Covid-19 viola os princípios do Estado Democrático de Direito, da soberania popular e da periodicidade do pleito previstos na Constituição Federal.

Risco para as eleições

A ministra Rosa Weber apontou que a suspensão imediata do prazo teria como consequência “inadmissível” o enfraquecimento das proteções contra o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta. A seu ver, isso incrementaria de modo desproporcional o risco para a normalidade e a legitimidade das eleições e, consequentemente, produziria um estado de coisas com potencial ainda maior de vulneração ao princípio democrático e à soberania popular.

De acordo com a relatora, prazos como o de desincompatibilização não são meras formalidades, pois visam assegurar a prevalência da isonomia na disputa eleitoral, e sua inobservância poderia afetar a legitimidade do pleito. A ministra ressaltou ainda que, recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a plena possibilidade de os partidos adotarem outros meios para assegurar a filiação partidária, como o recebimento on-line de documentos.

Confira detalhes do pedido do Partido Progressista

 

Orgia com menores em motel leva 11 pessoas à delegacia

Polícia flagrou muita b bebida no quarto do motel

Onze pessoas foram presas, na última sexta-feira, suspeitas de participarem de uma orgia com menores em um motel, em Cuiabá, Mato Grosso. Segundo a Polícia Militar, seis mulheres e cinco homens foram presos no local, três menores também estavam na suíte com o grupo.

Ainda segundo a PM, foram encontradas garrafas de bebida e droga no local.

O grupo foi descoberto pelos policiais após uma denúncia de que havia uma ‘festa’ com a presença de menores em uma suíte do motel. A polícia localizou a suíte e percebeu que havia uma festa com som alto no local. O gerente foi chamado e identificou o cliente que pediu o quarto.

O cliente negou à polícia que havia menores de idade na suíte, porém, os policiais entraram no local e confirmaram que três menores estavam entre os participantes.

Os adultos foram presos por corrupção de menores, uso ilícito de droga e por servir bebida alcoólica a menores. Todos foram encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá.

Fonte: meiahora.ig.com.br

ENTERROS SOLITÁRIOS: o lado mais cruel do coronavírus

Velórios e enterros solicitários provocados pelo novo coronavírus

Velórios suspensos ou encurtados, limitação no número de pessoas que podem acompanhar os enterros, caixões fechados. Assim são as despedidas cada vez mais solitárias, sem o conforto de um abraço ou o amparo de um ombro amigo. Em meio à pandemia do novo coronavírus, dar adeus a um ente querido torna-se ainda mais difícil.

Na tarde de quarta-feira, dia 1º, apenas oito pessoas compareceram ao enterro do aposentado Nazareno Rodrigues da Costa, no Cemitério do Caju, Zona Portuária do Rio. O idoso, que tinha 72 anos, morreu segunda-feira após dar entrada com pneumonia num hospital da Baixada Fluminense. Ele estava muito debilitado e o resultado do teste para Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, deu positivo. Sepultadores e o motorista do carro da funerária utilizaram equipamentos de proteção individual, como macacões, máscaras e luvas.

“Foi um enterro mais solitário, mais triste para toda a família. Mas é para o bem de todos, não podemos criar aglomerações e respeitamos isso”, contou Thamires Costa, neta de Nazareno.

Funerárias e cemitérios do Rio têm adotado medidas de prevenção para os funcionários lidarem com os corpos de vítimas suspeitas ou confirmadas da Covid-19. A doença já matou 47 pessoas em todo o estado, segundo o boletim divulgado ontem pela Secretaria estadual de Saúde
Os familiares devem ter suporte constante de outros parentes e de amigos para superar a tragédia imposta pelo coronavírus.

confira reportagem completa em https://m.extra.globo.com/noticias/rio/solidao-na-hora-da-despedida-coronavirus-impoe-isolamento-ate-no-luto-muda-rotina-em-cemiterios-24351317.html

Ator global abandona Bolsonaro e fica com Mandetta

Carlos Vereda era defensor de primeira hora do presidente

Apoiador de primeira hora de Jair Bolsonaro, o ator Carlos Vereza tirou o time do elenco bolsonarista.
Vereza criticou o presidente por ter desautorizado o ministro da Saúde, Henrique Mandetta. Bolsonaro afirmou que “falta humildade” ao ministro.

No Facebook, o ator escreveu: “Estava tentando defender Bolsonaro, não tanto por ele, mas pela normalidade das instituições. Mas ele desautorizar publicamente o ministro da Saúde por ciúmes, não dá mais: tirei o time”.

Veja o post do ator no Facebook

DESCONTENTAMENTO

Carlos Vereza, apoiador de Jair Bolsonaro, saiu desolado de uma reunião com o ministro da Educação Abraham Weintraub, nesta sexta-feira (10 de janeiro), em Brasília. O ministro lhe disse pessoalmente que o Ministério da Educação (MEC) não renovaria mesmo o contrato com a Associação de Comunicação Roquette Pinto, a Acerp, responsável pela gestão da TV Escola desde a fundação em 1996.

O ator afirmou, às vésperas do Natal, que se Bolsonaro “terminar com a TV Escola, não tenho como manter meu apoio”. Vereza apresenta o programa “Plano Sequência”, da emissora, que havia sido lançado em evento na semana anterior. A atração apresenta um panorama sobre a história do cinema brasileiro.

Conheça os locais onde o novo coronavírus ainda não chegou

Turcomenistão, um dos regimes mais repressivos do mundo, proibiu a palavra coronavírus

O que o arquipélago deTuvalu, no Pacífico, e a antiga república soviética do Turcomenistão têm em comum? Ambas fazem parte de uma lista de nações e territórios que não declararam um único caso de coronavírus até 1º de abril.

Os últimos números oficiais compilados pela Universidade Johns Hopkins, dos EUA, mostram que a covid-19, doença causa pelo coronavírus, foi detectada em pelo menos 180 países e territórios, com o número global de infecções ultrapassando 956 mil. Houve mais de 48 mil mortes, enquanto mais de 202 mil pessoas já se recuperaram.

Mas cerca de 40 locais em todo o mundo não registraram nenhuma infecção — pelo menos oficialmente. Qual poderia ser a explicação para a ausência de casos confirmados nessas regiões?

A maioria dos casos é como o de Tuvalu: ilhas remotas com populações pequenas e sem um enorme fluxo de pessoas. Algumas delas: Samoa (Oceania), Micronésia (no Pacífico Ocidental), Santa Helena (Atlântico Sul), ilhas Mashall (Oceania).

Alguns dos locais são destinos turísticos, mas restrições mundiais de viagens impediram a maioria dos turistas de acessá-los.

Regimes fechados

Em alguns lugares, a situação é um pouco mais complicada. O Turcomenistão, um dos regimes mais repressivos do mundo, proibiu a palavra “coronavírus”. Da mesma forma, há suspeitas sobre as informações oficiais que vêm da Coreia do Norte.

O país está cercado por alguns dos países mais afetados, incluindo a China, onde a pandemia começou. Mas o regime de Pyongyang ainda não declarou uma única incidência de Covid-19.

Guerra civil

Há temores de que um surto possa facilmente sobrecarregar o sistema de saúde norte-coreano, que foi severamente prejudicado por sanções internacionais por causa de seu programa de armas nucleares.

O Iêmen é outro caso.

A nação do Oriente Médio está em guerra, o que faz dos testes e registro de casos uma tarefa desafiadora.

A vizinha Arábia Saudita, em guerra contra os rebeldes houthis no Iêmen, anunciou no dia 31 de março que seu número de casos de coronavírus havia atingido 1.563.

Alguns países africanos, como Lesoto e Malauí, também não relatam casos confirmados de covid-19 até agora, mas isso pode estar relacionado à falta de kits de teste.

E, por fim, a Antártida. É o único continente livre de coronavírus.  Além de seu isolamento geográfico do resto do mundo, a Antártida também é um lugar muito pouco povoado, com presença humana restrita a estações de pesquisa internacionais.